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Em grande velocidade

Quem o confirma é José Crespo de Carvalho, presidente da Comissão Executiva do INDEG-ISCTE Executive Education. São 31 anos de história com mais de 37 mil participantes e a responsabilidade de ter sido a primeira escola de executivos de uma universidade. Se revisitarmos alguns dos valores do INDEG-ISCTE e nos detivermos na forma de fazer e entregar, aplicacional, percebemos o posicionamento desta instituição de ensino. «Primeiro somos e queremos ser fiéis à nossa origem e legados, aquilo que designamos como “We are true to our heritage”. Muita história e muita responsabilidade que não negamos. Segundo, não estamos no negócio da venda de sonhos. Não estamos no embrulho dos produtos. Estamos na capacitação de pessoas, como pessoas, com as melhores ferramentas. Isso retira-nos a inspiração? Não, bem pelo contrário. Aumenta-nos a responsabilidade, a par com a história, pela adequação do que entregamos (“Behave with integrity”). Terceiro, estamos alinhados na procura da excelência. Isto é transversal. Vamos à procura de profissionais que sejam bons como de professores que sejam bons para os termos connosco. Fazemos um blend. Não vivemos apenas da academia. Vivemos de todos os que sabem e podem e querem conferir qualidade e aplicação prática ao que fazemos. A ideia é sermos mesmo excelentes no que fazemos (“We are commited to excelence”)», explica José Crespo de Carvalho.

O INDEG-ISCTE Executive Education procura ainda a melhoria contínua. «Ou seja, acometidos com a melhoria, mas não a qualquer preço. E isto deve passar sempre para os nossos participantes, e passa. Somos uma escola de tentativa e erro. Somos profissionais de tentativa e erro. E aceitamos isso nos nossos docentes e nos nossos participantes. Isto torna-nos muito reais. Somos feitos por pessoas reais e não por pessoas sublimadas e comunicadas e/ou vendidas como pequenos deuses. Somos reais, humanos e funcionamos em grupo, em colectivo. E somos um bom colectivo. Resiliente, muito resiliente (“We strive for constant improvement”). Em quinto lugar, e reforçando o que vem acima, somos human centric. Quer isto dizer que somos focados em pessoas e fazemos as coisas que fazemos por e para pessoas. Pessoas reais. E respeitamos pessoas (“We are passionate about people”). Com isto quero dizer que não queremos turmas de pseudo-deuses. Queremos turmas e grupos de pessoas normais que erram, falham mas nunca deixam de tentar e de se esforçar. Isto leva-nos ao respeito (“We advocate respect for individuals”). O respeito pelos colegas, pelos amigos, pelos participantes, é um dos nossos princípios base. Respeito pela pluralidade e a diversidade de opiniões. Isso às vezes pode ser contraproducente porque nos faz demorar mais tempo. Mas não é autocrático. É, antes, plural. É vivido. É, pois, a respeitar que nos entendemos e nos respeitamos a nós próprios. Com isto promovemos relações de longo prazo (“We promote life-long relationships”). Nós damo-nos e entregamo-nos por princípios deste tipo. E procuramos manter, fidelizar e satisfazer os nossos participantes, pessoas e empresas clientes. Significa isto que, para nós, o termo relações é importante. E relações duradouras», detalha ainda.

No fundo há um blend entre formação e desenvolvimento de pessoas em ambientes complexos e tecnológicos. «Há também uma necessidade de conhecimento mais rápida e mais estruturada. E uma volta cada vez maior à formação de executivos. A duração mais curta, o impacto na vida das pessoas e a mudança cultural – por muito difícil que seja – terão de ser tentados», conforme defende José Crespo Carvalho.

A inovação é também um dos pontos-chave da escola. «E isso é trazido quer por professores e a sua investigação, quer por profissionais de mercado que têm e terão sempre uma palavra a dizer e um contributo para tornar os programas mais aplicacionais, quer pelas empresas e a sociedade em geral (“We foster Innovation”). Somos [também] de celebrar vitórias e fazê-lo em conjunto. Entre nós e com os nossos participantes e clientes. A glória também se partilha. Aliás, o simples facto de o partilharmos faz-nos ser igualmente mais humanos», acrescenta o presidente da Comissão Executiva do INDEGISCTE Executive Education. De resto, é o próprio quem confirma que estes valores convergem todos para um motto e forma de estar: Real-Life Learning. «O que fazemos tem aplicação prática. E tem de ter impacto na vida de todos. Somando tudo, é isto que nos distingue da concorrência.»

EXPERIÊNCIAS COM IMPACTO

Dando privilégio a novos formatos e formatos experienciais, abrindo caminho ao co-desenho de programas, o INDEGISCTE procura sempre o profissionalismo na entrega. Adoptando uma matriz de pensamento que o aproxima de soluções e não apenas de substratos conceptuais. Dito isto, a escola tem estruturada a oferta em programas como o Executive MBA, os Executive Masters, as Pós-graduações, os Advanced Programs (que também são pós-graduações) e os Boost Programs, compostos por formatos de curta duração e impacto rápido. Adicionalmente, toda a área Corporate com desenho e co-desenho com empresas. Finalmente a componente de consultoria a empresas/ organizações e applied development que está algures entre a formação e a consultoria pura.

Assim querem imprimir no ensino «hands-on approaches. Experiências. Sempre com foco no saber fazer. Mas a maior mudança é a que queremos na cabeça e vida das pessoas», declara José Crespo Carvalho. Já que o que procuram as empresas neste momento ao nível da formação dos seus quadros é «experiências com impacto. Que !tragam mais do que conhecimento: impacto e transformação nas vidas das pessoas».

A diferenciação no mercado

global tem sido conseguida sempre através do lado aplicacional. «É essa a nossa génese. Deve ser essa a nossa prática. Pessoas reais, empresas reais, soluções reais e de aplicação rápida», acrescenta.

Para 2020 as prioridades são em dois eixos principais. Primeiro a aposta no desenvolvimento das pessoas do próprio INDEG-ISCTE. «Estreitar relações com a comunidade docente, aproximar alunos a projectos de alunos e ligar uma comunidade alargada nada despicienda», reforça o presidente da Comissão Executiva do INDEG-ISCTE Executive Education. E segundo prosseguir aquilo que tem sido uma estratégia assente em quatro pilares: «retomar o ADN do ISCTE em matéria de aproximação às empresas e à aplicação prática, envolvendo um redesenho estratégico, daí o mote Real-Life Learning; abrir a oferta formativa e de consultoria a novos produtos e formatos experienciais com dinâmicas, simulações e desafios, entre outros, por forma a impactar os participantes, e não pode ser só profissionalmente; tem de ser também pessoalmente; co-criar e desenvolver programas Corporate que aumentem a exposição a empresas nacionais e internacionais; e aumentar a abrangência geográfica e internacionalizar em matriz lusófona e anglo-saxónica por meio de parcerias, de programas e experiências conjuntos com universidades e/ou empresas», remata

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