Diáspora: Tiago Fleming Outeiro, o cientista do cérebro

Director e professor do Departamento de Neurodegeneração na University Medical Center Goettingen, Tiago Fleming Outeiro é um dos investigadores na linha da frente das doenças neurodegenerativas: Parkinson e Alzheimer. Mas apresenta-se como um bioquímico do Porto, que se especializou em Neurociências.

No âmbito da parceria com o Conselho da Diáspora Portuguesa, a Executive Digest aproveitou para uma pequena conversa com Tiago Fleming Outeiro.

A ciência é uma actividade global, vivendo do intercâmbio de conhecimento. Vê Portugal como um País atractivo para investigadores e cientistas? 

Sem dúvida que sim! Portugal investiu muito na formação nas últimas décadas, o que ajudou a elevar o nível da ciência feita no nosso País. A ciência é feita pelos investigadores, que não podem trabalhar sozinhos, pelo que a proximidade de outros colegas investigadores é um dos factores que atrai outros investigadores. Obviamente que as infra-estruturas e os equipamentos também são essenciais, pois permitem que os investigadores respondam às perguntas que pretendem estudar. Mas também a esse nível evoluímos muito, criando novos institutos de investigação, e novas formas de gestão, ao nível do que se faz noutros países, que permitem fazer com que a ciência funcione. Por tudo isto, vejo Portugal como um país atractivo. E a prova disso é que temos tido a capacidade de atrair investigadores de renome internacional para o nosso País. Se podemos fazer mais? Podemos, e devemos.

Leia este artigo na íntegra na edição de Maio de 2019 da Executive Digest.

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