O Presidente Francês, Emmanuel Macron, «já não apresenta, à data de hoje, quaisquer sintomas» do novo coronavírus, razão pela qual poderá sair do período de quarentena a que estava sujeito, segundo um comunicado emitido pelo Palácio do Eliseu e citado pela Agência France Press (AFP).
Emmanuel Macron, qui avait été testé positif au Covid-19 le 17 décembre, "ne présente plus à ce jour de symptôme" et son isolement de sept jours peut donc s'arrêter, a indiqué aujourd'hui l'Elysée #AFP pic.twitter.com/CrDgcLJay9
— Agence France-Presse (@afpfr) December 24, 2020
O responsável testou positivo para o novo coronavírus, no dia 17 de dezembro, há precisamente sete dias, o período definido pelas autoridades sanitárias francesas como o necessário para o cumprimento de quarentena. Não tendo sintomas, é então libertado.
Macron manifestou-se há dias através do Twitter: “Estou bem. Tenho os mesmos sintomas de ontem: cansaço, dores de cabeça e tosse seca. Como centenas de milhares de vocês”, disse num vídeo. “A minha atividade está um pouco desacelerada por causa do vírus. Mas continuo a tratar de questões prioritárias como a epidemia ou, por exemplo, o Brexit”, acrescentou.
— Emmanuel Macron (@EmmanuelMacron) December 18, 2020
Em virtude da sua infeção, vários líderes europeus ficaram em isolamento preventivo, como foi o caso de António Costa, que se mantem isolado em casa, uma vez que em Portugal o período de incubação da doença é de 14 dias. O primeiro-ministro almoçou com Macron em Paris, na véspera do seu diagnóstico positivo.
Para além de Costa também o o seu homólogo espanhol, Pedro Sanchez, o primeiro-ministro francês, Jean Castex, o primeiro-ministro da Eslováquia, Igor Matovic, o primeiro-ministro da Bélgica, Alexander De Croo e o primeiro-ministro de Luxemburgo, Xavier Bettel, estão em isolamento. Também o Presidente do Conselho Europeu, Charles Michel, ficou na mesma situação.







