Costuma andar com o depósito na reserva? Não devia

Evite degradar os cilindros e outros componentes, Nestes casos, abasteça o mais rápido possível.

Fábio Carvalho da Silva

Conduzir um automóvel na reserva pode ser prejudicial. Antes de mais pode afetar diretamente a bomba de combustível, responsável por transportar, desde o tanque até aos cilindros, o líquido que abastece o veículo. Assim, com pouco combustível, a bomba será obrigada a realizar um esforço maior o que a desgastará mais rapidamente.

Além disso, se esta for uma prática habitual pode mesmo chegar a partir este componente, dado que o combustível serve também como lubrificante para este sistema, “cujo arranjo pode ser mesmo bastante caro”, como alerta a Eurotaller.



O facto de abastecer o seu automóvel só no último momento pode ainda ocasionar, que com a falta de combustível, haja uma maior quantidade de oxigénio no tanque, o que pode levar algumas impurezas, que residem na parte inferior deste componente, a entrarem no motor e a degradá-lo paulatinamente.

Como explica a Eurotaller, ainda que seja verdade que o filtro de combustível é responsável pela recolha de grande parte destas partículas, existem substâncias, como é o caso das parafinas, “que podem chegar ao sistema de injeção, dificultando o trabalho do motor”.

Assim, sempre que perceber que o carro está na reserva, abasteça-o o mais rápido possível. Se entretanto a bomba de gasolina mais próxima estiver demasiado longe e o carro começar “a arrastar-se”, não puxe demasiado, ligue imediatamente as luzes de emergência, coloque o colete refletor e o triângulo, e contacte a assistência em viagem.

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