Cortiça: a nova jóia da coroa

Portugal é a grande potência mundial de cortiça. E soma valores recorde: só no último ano passou os mil milhões de euros em vendas para o exterior.

Por TitiAna Amorim Barroso

É já numa mão cheia de indústrias que Portugal dá cartas. Azeite, calçado, tecnologia ou transformação de tomate, o nosso País posiciona-se no pódio. No caso da cortiça, ganhou o estatuto de líder alicerçado numa vontade de inovar, sendo que, hoje, a matéria-prima nacional chega aos lugares mais improváveis. O whisky mais caro do mundo, o Dalmore Trinitas 64, que custa 118 mil euros a garrafa, é vedado por rolhas portuguesas; a primeira garrafa de Coca-Cola terá tido rolha de cortiça, isto entre 1894 e 1899. E até grandes filmes comerciais como a “Missão Impossível” e “Caça-Fantasmas” a utilizaram para simular detritos de explosão. As suas funcionalidades continuam a surpreender, com o mito de que a cortiça só serve para as rolhas a ser contrariado – embora esta se mantenha a pérola do sector. Para além da indústria vinícola, responsável por 72% de tudo o que é produzido, a cortiça está noutras igualmente exigentes, como a aeroespacial, automóvel, construção, desporto, design de interiores e moda.

Leia este artigo na íntegra na edição de Abril de 2019 da Executive Digest.

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