Católica Porto Business School: Programas diferenciadores

A prioridade da Católica Porto Business School é a excelência do serviço prestado, independentemente do formato (presencial, online, híbrido) ou do tipo de programa (customizado, aberto, curto ou longo). A instituição está com todos os programas de formação aberta em funcionamento e em bom ritmo, com novas propostas de programas em vista, e mantendo-se muito activa na formação customizada, quer em regime presencial quer em regime online.

«A realidade tem-nos dito que a procura de programas generalistas e tendencialmente longos (mais de 100 horas) continua a ser a dominante. Talvez decorrente do facto de a procura advir fundamentalmente de particulares. Talvez se as empresas aumentarem a sua participação no financiamento da formação executiva dos seus colaboradores, os cursos mais focados, intensivos e de curta-duração tenham um aumento de procura», explica à Executive Digest Gonçalo Faria, Associate Dean for Executive Education & Engagement da Católica Porto Business School.

As características diferenciadoras dos programas da instituição decorrem da concepção da formação como uma experiência de aprendizagem e de vida, numa visão holística a 360º do gestor, trabalhando softskills em paralelo às hardskills e proporcionando o acesso a uma rede estruturada de networking. Nesse sentido, a Católica Porto Business School tem desde há bastante tempo proporcionado o acesso dos alunos a um serviço de desenvolvimento de competências e gestão de carreira individualizado e gratuito, assegurado pelo Career and Development Office.

OFERTA

A larga maioria do público de formação executiva mantém a preferência pelo formato presencial. Será naturalmente a evolução da pandemia que irá determinar a possibilidade de retomar esse formato com maior ou menor intensidade. Para 2021, continuam a adaptar os programas já existentes ao formato blended, com componentes presenciais e online. «A inovação e capacidade de adaptação à mudança têm sido historicamente características estruturantes da nossa Escola. Efectuámos no ano de 2020 significativos investimentos em infraestruturas tecnológicas, de forma a garantir aos nossos alunos a excelência da sua experiência connosco, independentemente do formato. Apesar de continuarmos a privilegiar o formato presencial, entendemos que existem oportunidades muito interessantes a explorar com o formato blended e 100% online. Abrem-se perspectivas muito interessantes de alargamento de públicos e de áreas de formação executiva. Por exemplo, introduzimos programas concebidos de raiz para formato 100% online, com excelente apreciação por parte dos nossos alunos, e tencionamos alargar essa oferta», acrescenta à Executive Digest Gonçalo Faria, Associate Dean for Executive Education & Engagement da Católica Porto Business School.

INTERNACIONAL

Sem dúvida que o desenvolvimento de oferta de formação executiva em formato online permite, com mais facilidade, envolver pessoas fisicamente mais distantes, sejam alunos ou docentes. Historicamente, a instituição já tive programas pensados de raiz para um público internacional (exemplo, MBA Atlântico). «No momento presente, temos programas com componente internacional relevante (exemplo, MBA Executivo) e estamos a trabalhar em novos programas focados em públicos internacionais. Reforçar o sentido internacional dos conteúdos curriculares dos nossos programas, reforçar as parcerias que já temos em funcionamento com Escolas de Negócios internacionais de referência (exemplo, ESADE) e promover novas parcerias, são algumas acções adicionais que estamos a desenvolver no sentido de reforçar a efectividade da dimensão internacional na nossa Escola», avança Gonçalo Faria.

Sobre se o MBA está a ganhar terreno face aos outros programas de formação executiva a Católica Porto Business School não sente essa tendência. A procura do programa de MBA Executivo está estabilizada. «E é nosso entendimento que está a operar com uma dimensão adequada ao seu bom funcionamento. É um programa em cuja renovação (curricular, formatos, docentes) a Escola investiu muito nos últimos anos, e estamos muito satisfeitos com o reconhecimento que o mercado tem manifestado», diz o responsável.

Em relação ao modelo executive education as a service, a instituição vê como um interessante caminho a explorar. «Permite à Escola oferecer formação executiva mais segmentada e modular face à que já oferece, para um público que por razões várias procura essa segmentação e modularidade. Permite por isso uma maior flexibilidade e ajustamento dos conteúdos à medida das necessidades dos alunos e das empresas. Poderá ter ainda a vantagem de criar incentivos maiores ao envolvimento das empresas no financiamento da formação executiva dos seus colaboradores», conclui Gonçalo Faria, Associate Dean for Executive Education & Engagement da Católica Porto Business School.

Este artigo faz parte do Caderno Especial “MBA, Pós-Graduações & Formação de Executivos”, publicado na edição de Março (n.º 180) da Executive Digest.

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