Bolsa de Lisboa em baixa, com Novabase e Sonae a caírem mais de 1,06%

 A bolsa de Lisboa estava hoje em baixa, a manter a tendência da abertura, com as ações da Novabase e da Sonae a caírem 1,50% para 4,60 euros e 1,22% para 1,06 euros.

Executive Digest com Lusa

 A bolsa de Lisboa estava hoje em baixa, a manter a tendência da abertura, com as ações da Novabase e da Sonae a caírem 1,50% para 4,60 euros e 1,22% para 1,06 euros.

Cerca das 08:45 em Lisboa, o principal índice da bolsa, o PSI20, recuava 0,07% para 5.739,73 pontos, com oito ‘papéis’ a descerem, 10 a subirem e um a manter a cotação (Ramada Investimentos em 5,92 euros).



Além das ações dos Novabase e da Sonae, as da EDP Renováveis e da Navigator eram outras das que mais desciam, estando a desvalorizar 0,97% para 22,50 euros e 0,90% para 3,31 euros, respetivamente.

Os títulos do BCP e da Altri também se desvalorizavam, designadamente 0,31% para 0,16 euros e 0,25% para 5,91 euros.

Em sentido contrário, as ações da Galp Energia e da Greenvolt eram as que mais se valorizavam, estando a subir 0,93% para 8,90 euros e 0,61% para 6,62 euros.

As ações dos CTT subiam 0,48% para 4,23 euros.

Na Europa, as principais bolsas negociavam hoje mistas, numa sessão marcada pela ausência da publicação de indicadores macroeconómicos relevantes.

A bolsa de Nova Iorque terminou em alta na sexta-feira, com o Dow Jones a subir 0,50% para 36.100,31 pontos, contra o máximo desde que foi criado em 1896, de 36.432,22 pontos, registado em 08 de novembro.

O Nasdaq fechou a valorizar-se 1% para 15.860,96 pontos. contra o atual máximo, de 15.982,36 pontos.

A nível cambial, o euro abriu em alta no mercado de câmbios de Frankfurt, mas a cotar-se a 1,1448 dólares, contra 1,1445 dólares na sexta-feira e o atual máximo desde maio de 2018, de 1,2300 dólares, em 05 de janeiro.

O barril de petróleo Brent para entrega em janeiro abriu em baixa no Intercontinental Exchange Futures (ICE) de Londres, a cotar-se a 81,66 dólares, contra 82,77 pontos na sexta-feira e 85,65 dólares em 26 de outubro, um máximo desde outubro de 2018 (quando subiu até 86,43 dólares), mas os especialistas não excluem que possa atingir 90 dólares por barril antes do final do ano.

O ‘ouro negro’ tem vindo a subir recentemente devido à possibilidade de a procura aumentar a um ritmo mais rápido do que o nível da oferta nos próximos meses.

As economias em todo o mundo estão a aumentar o consumo de energia na sequência da queda da procura devido à pandemia.

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