Bolsa de Lisboa em alta com Mota-Engil a subir mais de 3%

A bolsa de Lisboa estava hoje em alta, com as ações da Mota-Engil a subirem 3,04% para 3,72 euros.     

Executive Digest com Lusa

A bolsa de Lisboa estava hoje em alta, com as ações da Mota-Engil a subirem 3,04% para 3,72 euros.

Cerca das 09:25 em Lisboa, o PSI mantinha a tendência da abertura e avançava 0,43% para 6.467,45 pontos, com sete ‘papéis’ a subirem, oito a descerem e um a manter (REN em 2,43 euros).



Às ações da Mota-Engil seguiam-se as da Galp, EDP Renováveis e Ibersol, que se valorizavam 1,58% para 13,84 euros, 1,01% para 16,51 euros e 0,60% para 6,74 euros.

As ações do BCP, Jerónimo Martins e Sonae subiam 0,55% para 0,31 euros, 0,18% para 22,56 euros e 0,11% para 0,92 euros.

Em sentido contrário, as ações que mais baixavam de cotação eram as da Navigator, NOS e Semapa, que desciam 1,11% para 3,73 euros, 0,77% para 3,37 euros e 0,59% para 13,44 euros.

As ações da Altri, EDP e CTT também desciam, designadamente 0,50% para 4,75 euros, 0,48% para 4,38 euros e 0,42% para 3,55 euros.

As outras duas ações eram as da Greenvolt e da Corticeira Amorim, que caíam 0,36% para 6,93 euros e 0,33% para 9,07 euros.

As principais bolsas europeias estavam hoje mistas, à espera dos dados preliminares da inflação de novembro na zona euro e o deflator do consumo privado dos EUA, a medida de inflação preferida da Reserva Federal dos EUA (Fed).

Na quarta-feira, Wall Street fechou mista, o que não a impedirá de terminar novembro como o melhor mês do ano, encorajada pela possibilidade de a Fed ter posto fim à sua política de subida das taxas de juro.

Neste contexto, explicam os analistas da Renta4, hoje os EUA divulgarão a medida de inflação preferida da Fed, o deflator do consumo privado, que poderá continuar a moderar-se, enquanto também serão divulgados os dados semanais do desemprego, que “dirão se o mercado de trabalho continua tão forte ou se modera e permite uma aterragem suave para a economia”.

A reunião da OPEP+, que analisará a possibilidade de prolongar até 2024 os cortes na oferta de petróleo em vigor desde há vários meses e que deverão manter-se até 2024, será também de especial interesse.

Enquanto se aguardam as conclusões da reunião, o preço do petróleo bruto Brent, a referência na Europa, subiu 0,12% para 83,2 dólares.

O barril de petróleo Brent para entrega em janeiro de 2024 fechou a 83,10 dólares no Intercontinental Exchange Futures (ICE) de Londres na quarta-feira.

A nível cambial, o euro abriu a desvalorizar-se no mercado de câmbios de Frankfurt, a cotar-se a 1,0956 dólares, contra 1,0976 dólares na quarta-feira e 1,0462 dólares em 03 de outubro, um mínimo desde dezembro de 2022.

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