BCP aumenta salário e subsídio de alimentação dos trabalhadores

O BCP fez uma revisão salarial e vai aumentar a remuneração dos trabalhadores, com um mínimo de 50 euros na tabela dos reformados, e aumentou igualmente o subsídio de refeição sobre para 12,75 euros.

André Manuel Mendes

O BCP fez uma revisão salarial e vai aumentar a remuneração dos trabalhadores, com um mínimo de 50 euros na tabela dos reformados, e aumentou igualmente o subsídio de refeição sobre para 12,75 euros.

O acordo alcançado entre os Sindicatos dos Bancários da UGT e o BCP na revisão salarial para 2023 resulta num aumento diferenciado por níveis entre 4% (dos níveis 11 ao 18) e os 7,80% (níveis 1, 2 e 3) nas tabelas de ativos e reformados.



De acordo com os sindicatos, o aumento médio global de 6,82%.

Explicam ainda que as cláusulas de expressão pecuniária terão um aumento percentual de 4,5% e o subsídio de refeição passa dos atuais 10,50 euros para 12,75 euros, o que representa um aumento de mais 21,43%.

“Esta conclusão não é a idealizada por estes Sindicatos, mas obteve a sua concordância porque, por um lado, valoriza os salários dos trabalhadores e reformados na base das tabelas – cujos vencimentos e pensões são os mais baixos – e, por outro, evita o prolongar das negociações, deixando por mais tempo os associados sem o respetivo aumento para fazer face ao custo de vida”, explicam em comunicado.

Sublinham ainda que a diferença relativamente ao valor percentual obtido no ACT do setor bancário, que tem servido de bitola para as restantes mesas negociais, e que se situa nos 0,5%, é compensado, por um lado, pela valorização dos rendimentos inferiores e, por outro, pelo aumento do subsídio de almoço.

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