Um estudo do Gabinete de Estratégia e Estudos (GEE) do Ministério da Economia, consultado pelo “Jornal de Notícias” (JN), revela que no futuro será preciso cortar despesa ou aumentar os impostos para pagar a dívida acumulada devido à resposta à pandemia do novo coronavírus.
De acordo com o “JN”, o GEE aponta para «um possível agravamento da carga fiscal futura na sequência do aumento da dívida pública», que terá um «efeito recessivo sobre a procura doméstica».
No estudo “Covid-19 – Retoma da Economia Portuguesa” pode ainda ler-se, segundo o “JN”, que, «embora a poupança forçada que está a ocorrer durante a crise venha a ser progressivamente reduzida, com um efeito positivo temporário na recuperação dos sectores mais afectados, este efeito não será suficiente para compensar a quebra do consumo associado ao confinamento e à redução do rendimento por via do aumento do desemprego e do previsível reforço da carga fiscal».
O “JN” refere que a tutela aponta para uma dívida de 134,4% do Produto Interno Bruto, enquanto a OCDE para 136%.














