“Não existem, nem se antecipam, quaisquer problemas na distribuição”, pode ler-se no comunicado que indica também que que algumas gasolineiras vão operar com um horário de funcionamento “ajustado às necessidades dos turnos do pessoal e com novos procedimentos impostos”.
Uma das alterações previstas verifica-se na forma de pagamento. A Apetro salientou que “é privilegiado” o pagamento e a entrada de produtos “através do passa valores” e que é preferível o uso do cartão de débito ou de crédito ao dinheiro vivo. “Os clientes são incentivados a utilizar luvas ou papel para fazer os abastecimentos”, refere o comunicado.
A Apetro revela ainda que todos as bombas de combustível associadas “têm os seus planos de contingência em vigor, de acordo com os quais foram adotadas as medidas de prevenção e segurança recomendadas pela Direção Geral de Saúde”.
A associação assume que outro cenário para os postos de abastecimento não seria possível, uma vez que “a Indústria de refinação e de distribuição e comercialização de combustíveis, GPL e lubrificantes, [são] imprescindíveis à mobilidade e bem estar dos indivíduos, das frotas de distribuição, das forças de segurança, dos bombeiros, dos veículos de emergência e, consequentemente, o garante de que os produtos essenciais, tais como alimentos e medicamentos, chegam ao seu destino”.




