Amesterdão quer fechar montras do Red Light District antes do Verão

O excesso de turismo em Amesterdão está a fazer com que o executivo municipal pondere várias alternativas para garantir a qualidade de vida aos holandeses. Em cima cima da mesa está a possibilidade de deslocar parte do Red Light District para o interior de um edifício.

Ana Rita Rebelo

O excesso de turismo em Amesterdão está a fazer com que o executivo municipal pondere várias alternativas para garantir a qualidade de vida aos holandeses. Em cima da mesa está a possibilidade de deslocar parte do Red Light District para o interior de um edifício, revela o “The Guardian”.

Segundo o jornal, há duas hipóteses: um hotel ou um centro erótico, com salão de beleza, cabeleireiro e solário. O executivo quer concluir os planos antes do Verão.



A notícia surge após as restrições às visitas guiadas, pagas ou gratuitas, e dias depois de a presidente da câmara de Amesterdão ter anunciado que está a proibir a entrada de turistas nas coffeshops, famosas por permitirem o consumo de canábis.

A presidente da Câmara, Femke Halsema já tinha anunciado outras alterações para o Red Light District. No ano passado, estabeleceu que os turistas em visitas guiadas ao Red Light District teriam de estar de costas voltadas para as montras da rua enquanto ouviam as explicações dos guias. Foram também proibidas as fotografias às mulheres ali presentes e qualquer tentativa de falar com elas. Os guias turísticos que desrespeitem as novas restrições incorrem em multas de cerca de 200 euros.

Halsema também quer combater o «grande aumento da prostituição sem licença» na área de De Wallen, também uma zona residencial.

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