A Amazon recebeu aprovação para comprar uma participação minoritária na empresa de entrega de alimentos britânica Deliveroo, dando assim por encerrada a longa batalha para convencer os reguladores de que o acordo não prejudicaria a concorrência. noticia o ‘The Guardian’.
Este processo remonta a maio de 2019, altura em que a Deliveroo anunciou ter levantado numa ronda de financiamento cerca de 575 milhões de dólares, liderada pela Amazon. Apenas dois meses mais tarde, a Autoridade de Concorrência e Mercados do Reino Unido (CMA) decidiu colocar um travão ao negócio.
Já este ano, a CMA decidiu voltar a este caso e lançar uma consulta formal para examinar possíveis implicações anticoncorrenciais.
No início deste ano, a CMA concedeu à Amazon e à Deliveroo uma primeira validação, atendendo a que a Deliveroo poderia sucumbir sem essa injeção de cpaital face à pressão acrescida da pandemia do novo coronavírus.
Após uma recuperação no mercado de entrega de alimentos, os reguladores mudaram o foco para saber se a transação prejudicaria a concorrência na entrega de restaurantes e supermercados online.
“Ao analisar qualquer fusão, o papel da CMA é avaliar se os consumidores perderão com uma diminuição substancial da concorrência”, disse, esta terça-feira, Stuart McIntosh, presidente do inquérito da CMA, citado pela ‘CNBC’.
“Não achamos que este fosse o caso, dada a escala do investimento atual da Amazon, mas se aumentar a sua participação na Deliveroo, poderá desencadear uma investigação mais aprofundada pela CMA”, assegurou o responsável.




