Os administradores do Banco Português de Fomento vão acumular os cargos com os de administradores executivos não remunerados na administração da Sofid, para preparar a integração desta empresa no Banco de Fomento, segundo o decreto-lei hoje publicado.
O Governo publicou hoje um diploma que prevê a “realização de atos preparatórios necessários” à transferência para o Banco Português de Fomento (BPF) da participação do Estado na Sofid- Sociedade para o Financiamento do Desenvolvimento.
Assim, até junho de 2025, os administradores do Banco Português de Fomento vão poder acumular os seus cargos com os de administradores executivos não remunerados na administração da Sofid.
O decreto-lei prevê ainda que o BPF faça auditorias à Sofid, para avaliação dos ativos e passivos, e que elabore um plano estratégico para a Sofid a ser apresentado ao Governo. Já ao conselho de administração da Sofid caberá fazer uma proposta de plano de atividades e orçamento.
Será após estes trâmites que a participação do Estado na Sofid passará para o Banco de Fomento, através de um aumento de capital em espécie cujo valor ainda será apurado.
A Sofid é uma entidade financeira especializada no apoio a empresas e ao investimento direto em países emergentes e em desenvolvimento. O Estado tem 80% do capital detendo participações minoritárias os bancos Caixa Geral de Depósitos, BPI, Novo Banco e Caf – Corporación Andina de Fomento.






