Accenture é a melhor na diversidade e inclusão

A Accenture aparece em primeiro lugar no Índice Diversidade & Inclusão da Refinitiv, com uma pontuação geral de 85,5. Assume, por isso, o título de empresa mais diversa e inclusiva do mundo, à frente da Diageo, Royal Bank of Canada, Natura Cosmeticos e BlackRock – que fecham o top 5.

Nos lugares seguintes do índice ainda há espaço para a Telecom Italia, Novartis, Allianz, Gap e Kering. Ao todo, foram analisadas 100 empresas cotadas em bolsa, tendo a Peugeot ficado na última posição da lista. São analisados factores ambientais, sociais e de governança.

Este é o segundo ano consecutivo em que a Accenture ocupa o topo da tabela, fruto do trabalho da companhia no sentido de «construir uma cultura de igualdade onde todos podem progredir», tal como sublinha a CEO Julie Sweet.

«Valorizamos os backgrounds, capacidades e experiências únicas de cada colaborador e responsabilizamo-nos pelo progresso feito face aos grandes objectivos a que nos propomos. Abraçar a inclusão e a diversidade é uma das coisas que torna a Accenture tão especial. Sentimo-nos honrados por ver o nosso compromisso ser reconhecido novamente», acrescenta a responsável.

Entre as medidas adoptadas pela Accenture que terão contribuído para a atribuição da distinção encontram-se a criação de um Conselho de Administração que se distingue pela diversidade: pessoas de seis países e cinco mulheres fazem parte deste grupo. Além disso, a companhia definiu como objectivo para 2025 alcançar uma força de trabalho equilibrada a nível de género.

Destaque ainda para o investimento de 927 milhões de dólares (cerca de 844 milhões de euros) em aprendizagem e desenvolvimento profissional só no ano fiscal de 2018

«O nosso compromisso com a igualdade no local de trabalho é, agora, mais importante que nunca», afirma Ellyn Shook, Chief Leadership e Human Resources Officer da Accenture. «Quando as pessoas têm um sentimento de pertença e se sentem valorizadas pela suas contribuições, perspectivas e circunstâncias únicas, estas estão mais propensas a progredir e sentem que podem inovar», conclui.

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