Queixas de consumidores nas redes sociais levaram a Agencia Española del Medicamento y Productos Sanitarios a avançar com uma investigação relativamente a um protector solar vendido pela cadeia de supermercados Mercadona. Segundo o jornal El Economista, trata-se de um spray com SPF 50+, designado Sun Med, que não estará a proteger a pele da forma que promete.
Tudo começou quando Elisa Monedero partilhou no Twitter uma fotografia em que mostrava as pernas com queimaduras. Inicialmente, pensou que se trataria de um escaldão mas depois de uma semana de tratamento, percebeu que o problema não seria apenas esse. Continuava com comichão e a pele mudou de cor, pelo que decidiu consultar um dermatologista.
El pasado martes fui a la playa y me apliqué esta crema de forma generosa por todo el cuerpo (soy muy blanca, así que siempre uso factor 50+ y estoy “acostumbrada” a las quemaduras). Estuve unas 3 horas como mucho en la playa, después comí, me eché la siesta y cuando desperté
— Elisa Monedero (@ElyMonedero) July 15, 2020
O médico terá explicado que não era o primeiro caso do género que tratava, referindo-se a outra mulher que tinha usado precisamente o mesmo produto da Mercadona. A conclusão a que o especialista chegou é de que o protector solar Sun Med SPF50+ dá origem a fotossensibilização, ou seja, sensibilidade à luz do sol.
Isto significa que o produto terá o efeito oposto ao que seria de esperar, resultando em queimaduras que requerem tratamento com corticoides. Além disso, a marca na pele provocada pela queimadura poderá ficar para sempre.
¿POR QUÉ NO USAR CREMA SOLAR DEL MERCADONA?
Aquí lo que me ha pasado y estoy en conocimiento de que le está ocurriendo a más gente @Mercadona
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A Mercadona, por seu turno, defende a qualidade dos produtos que vende e colocou-se à disposição das autoridades, partilhando a informação do laboratório que analisou a composição do protector solar em questão. Pediu também a Elisa Monedero para que indicasse o lote e o prazo de validade da embalagem que comprou para poder analisar o caso, deixando ainda as suas desculpas à consumidora.
Vamos a iniciar una investigación sobre este producto. En este caso, y siempre que notes un efecto no deseado con el uso de un cosmético, te animamos a notificarlo. La cosmetovigilancia nos ayuda a asegurarnos que los cosméticos que usamos son seguros https://t.co/pBtEQ0vsSa
— AEMPS (@AEMPSGOB) July 15, 2020












