Afinal, a proibição de desembarque de cruzeiros em portos nacionais, que terminava esta quarta-feira, dia 15 de Julho, foi novamente prorrogada durante, pelo menos, mais duas semanas, até ao dia 31 de Julho, de acordo com a ‘Renascença’, que cita fontes do ministério das infraestruturas.
Segundo a mesma fonte o decreto de prorrogação do prazo será publicado ainda durante a tarde de hoje, em Diário da República (DR).
A decisão de prorrogar a interdição de desembarque prende-se com a necessidade de conter a propagação do novo coronavírus, visto que a a situação epidemiológica em Portugal e em outros países a nível global, ainda não está controlada.
A proibição do desembarque de passageiros de navios cruzeiros foi, pela primeira vez, imposta a 13 de Março e tem vindo a ser sucessivamente prolongada pelo Governo.
Na última prorrogação, a 30 de Junho, o governo referiu que o prolongamento da interdição tem em consideração que «a experiência internacional demonstra o elevado risco decorrente do desembarque de passageiros e tripulações dos navios de cruzeiro».
Tal como aconteceu desde dia 13 de Março, a interdição dos navios de cruzeiro nos portos nacionais não se aplica aos cidadãos nacionais ou aos titulares de autorização de residência em Portugal.
Os navios de cruzeiro também continuam a estar autorizados a atracar nos portos nacionais para abastecimento, manutenção e espera (em lay-up) de reparação naval.
Para além disso o prolongamento da interdição «não prejudica o desembarque em casos excepcionais ou urgentes, mediante autorização da autoridade de saúde, nomeadamente por razões humanitárias, de saúde ou para repatriamento imediato».












