Os EUA estão a pedir aos seus cidadãos que se encontram atualmente na China para “terem maiores cautelas”, por considerar que disparou o risco de detenções arbitrárias e proibições de saída que impedem a saída de cidadãos estrangeiros do país”, noticia o ‘The Guardian’.
A concretizar-se alguma detenção, o departamento de Estado norte-americano receia que os cidadãos enfrentem então períodos prolongados na prisão, sem apoio consular dos EUA ou acesso a detalhes sobre os alegadoue corres crimes que lhes forem apontados.
Este alerta, enviado por e-mail a cidadãos dos EUA que estão na China, ocorre depois de Pequim ter aprovado uma lei de segurança nacional para Hong Kong, com a legislação elaborada para abranger pessoas “de fora de [Hong Kong]”, incluindo não residentes.
Este é mais um passo na crescente tensão entre as duas super potências, que já se estende a dossiers tão diversos quanto o comércio e a pandemia da Covid-19, ou a forma como Hong Kong está a ser gerido pela China ou até o tratamento das minorias na região oeste de Xinjiang.
Neste clima, os EUA e a China também restringiram as operações dos jornalistas de cada um dos países dentro das suas fronteiras.
Na quarta-feira passada, a Austrália emitiu um aviso semelhante sublinhando o risco de detenção arbitrária na China, que Pequim considerou “completamente ridícula e desinformada”.













