A nova vida de grandes marcas

São empresas centenárias ou perto disso que hoje poderiam ser apenas uma memória se não lhes tivessem deitado a mão e investido, em alguns casos, milhões de euros. Adquiridas por holdings ou capitais de risco, a Vista Alegre, a Majora e a Valadares são exemplos de como uma visão de futuro e uma estratégia bem definida podem operar milagres. Por Helena Rua Há o sentimento de comunidade assim que se percorre um dos maiores bairros operários ainda em funcionamento da Europa. O amarelo e branco dos edifícios que rodeiam o grande terreiro sobressai por entre a calçada e o…

Helena Rua

São empresas centenárias ou perto disso que hoje poderiam ser apenas uma memória se não lhes tivessem deitado a mão e investido, em alguns casos, milhões de euros.

Adquiridas por holdings ou capitais de risco, a Vista Alegre, a Majora e a Valadares são exemplos de como uma visão de futuro e uma estratégia bem definida podem operar milagres.



Por Helena Rua

Há o sentimento de comunidade assim que se percorre um dos maiores bairros operários ainda em funcionamento da Europa. O amarelo e branco dos edifícios que rodeiam o grande terreiro sobressai por entre a calçada e o verde das árvores e canteiros que compõem a imagem idílica.

Na parede do edifício principal que alberga o grande portão de madeira verde, que dá acesso a um pátio interior, lê-se “Vista Alegre – Fábrica de Porcelana, fundação 1824, reconstrução 1924”, mas facilmente poderia ser acrescentada outra data: 2009.

Leia este artigo na íntegra na edição de Março da Executive Digest

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