H&M vai encerrar 170 lojas já este ano

As consequências económicas do novo coronavírus já se fazem sentir também na H&M, uma das maiores marcas de moda do Mundo.

Executive Digest

As consequências económicas do novo coronavírus já se fazem sentir também na H&M, uma das maiores marcas de moda do Mundo. A gigante sueca anunciou que planeia encerrar 170 lojas no continente europeu, decisão que poderá culminar no despedimento de centenas de trabalhadores.

O plano envolverá apenas espaços da insígnia H&M, mas o jornal britânico Mirror indica que também estão em risco lojas da COS, Weekday e Monki. A mesma publicação adianta que a retalhista justifica o encerramento dos postos de venda com a quebra de 50% que sentiu na receita durante a pandemia, que terá motivado um redireccionamento de esforços no sentido do online.



O plano inicial envolvia o encerramento de 130 lojas, mas a estratégia teve de ser ajustada, evoluindo agora para 170 o número total de espaços que deverão fechar portas ainda este ano.

«A COVID-19 continua a impactar pessoas, comunidades e empresas em todo o Mundo e sinto muita admiração pelo empenho, motivação e preserverança dos nossos funcionários durante este tempo desafiante», afirma Helena Helmersson, CEO da H&M. Em declarações reportadas pelo Mirror, a executiva sublinha ainda que a segurança dos trabalhadores e clientes é a principal prioridade da empresa, pelo que serão reabertas lojas de acordo com as recomendações das autoridades.

Antes da pandemia, conta Helena Helmersson, a H&M apresentava resultados fortes. Porém, o surto veio trocar as voltas à companhia sueca. Ainda assim, o desempenho positivo pré-COVID-19 e as medidas tomadas assim que o novo coronavírus começou a invadir o dia-a-dia das cidades deverá permitir à H&M sair desta crise ainda mais forte, afirma a CEO.

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