«Naturalmente queremos fazer a nossa festa do Avante! Faltam dois meses e tal… Veremos», disse o secretário-geral comunista, Jerónimo de Sousa, em entrevista ao jornal “Público” e à rádio “Renascença”.
O líder do PCP apontou, ainda assim, que «há uma festa com novas condições que resultam da situação» e que «vão ser usados mais 10 hectares, ou seja, 30 hectares no total, 30 campos de futebol para a realização da festa». No seu entender, «este espaço enorme, verde, cria todas as condições para que os visitantes possam usufruir com condições sanitárias, com a garantia que damos uma festa ímpar na sua dimensão política, social, cultural, de convívio, de abertura».
«Naturalmente nós queremos fazer a festa, mas dizer [que se faz a] ‘Festa do Avante!, ponto final, parágrafo’… não é isso. Consideraremos e avaliaremos todas as condições para garantir que quem vá à festa não sofra qualquer consequência», frisou.
Questionado sobre a realização do congresso que está marcado para Novembro, disse que «obviamente» se mantém». «Fizemos a primeira fase de ouvir os militantes do partido e as suas organizações sobre a situação do país, do partido e perspectiva do seu reforço. A segunda etapa de discussão das teses vai realizar-se nos próximos meses. E depois a terceira, de aprovação dos documentos, regulamentos, e a realização do congresso. Nada altera a afirmação e garantia que o vamos realizar», afirmou.














