Uma rede global de cientistas, que inclui investigadores do Instituto Gulbenkian de Ciência, em Oeiras, quer criar um cofre para guardar a diversidade microbiana para as próximas gerações, da mesma forma que há um cofre que guarda a maior colecção de diversidade de sementes do mundo (o Cofre-Forte de Sementes Global de Svalbard, na Noruega), revela o “Público”.
O projecto idealizado por Maria Gloria Dominguez-Bello e Martin Blaser, ambos da Universidade de Rutgers, nos Estados Unidos, conta o “Público”, designa-se Cofre-Forte da Microbiota (ou Microbiota Vault).
Segundo o jornal, foi divulgado ontem o estudo que comprova a viabilidade da criação dessa «Arca de Noé» dos micróbios. A investigação propõe que se avance para um projecto em que seja incluída a instalação de uma infra-estrutura de preservação na Noruega ou na Suíça.
A ideia é que também existam colecções locais nos sítios onde se fizerem recolhas para que, depois, as amostras fiquem disponíveis para os cientistas que as queiram estudar.













