37. É este o número de mulheres presentes na mais recente edição do índice Fortune 500, o que significa que há 37 CEOs do sexo feminino à frente de algumas das maiores companhias dos Estados Unidos da América. Trata-se de um novo recorde, que compara com as 33 mulheres registadas no ano passado e com as 24 de 2018. Há 20 anos, apenas duas empresas lideradas por mulheres apareciam no ranking.
Ainda assim, alerta a CNN, as mulheres compõem apenas 7,4% do total do Fortune 500, percentagem que é ainda manifestamente reduzida face ao número de homens presentes. Na lista deste ano, são dadas as boas-vindas a Carol Tomé (UPS), Heyward Donigan (Rite Aid), Sonia Syngal (Gap), Kristin C. Peck (Zoetis) e Jennifer Johnson (Franklin Resources). Todas estas profissionais conquistaram um lugar após substituirem líderes masculinos nas cadeiras de CEO.
Destaque ainda para Barbara R. Smith (Commercial Metals) e Nazzic S. Keene (Science Applications International), CEOs de empresas que entraram este ano pela primeira vez no Fortune 500.
Um estudo realizado pela S&P Global Market Intelligence indica que empresas com CEOs ou CFOs do sexo feminino são, frequentemente, mais lucrativas e apresentam melhores desempenhos em bolsa. O estudo, reportado pela CNN, sugere que as administrações têm expectativas mais elevadas para as mulheres e que essa pressão dá origem a melhores resultados.
Olhando para o geral do Fortune 500 de 2020, Walmart, Amazon, Exxon Mobil, Apple e CVS Health são as maiores empresas dos Estados Unidos da América. Ao leme têm C. Douglas McMillon, Jeff Bezos, Darren W. Woods, Tim Cook e Larry J. Merlo, respectivamente.







