
O parceiro internacional da Fiat Chrysler Auto (FCA) deverá ser um grupo asiático, antecipa a Automotive News Europe, que dá como definitivamente afastado o cenário de integração da FCA no grupo Volkswagen. Suzuki, Mazda e Hyundai, serão, por ordem decrescente, os candidatos à fusão, que resultará na criação de um grupo com raízes na Europa (Fiat/Alfa Romeo), América (Chrysler/Jeep) e Ásia.
“A Hyundai seria o parceiro perfeito, mas tem uma cultura incompatível com a da FCA, além de ter pouco a ganhar com esta união, pois a Fiat e a Chrysler não têm nada que o grupo coreano precise realmente”, explica Larry P. Vellequette, o repórter da Automotive News que acompanha o grupo FCA.
A Mazda, uma vez libertada da sua ligação com a Ford, poderá fornecer tecnologia e sofisticação à FCA. Além disso, já existe uma parceria entre as marcas, uma vez que o futuro Fiat 124 Spyder será um irmão gémeo do novo Mazda MX-5. O problema com a Mazda é que, fora do Japão, os seus mercados mais fortes são também os principais mercados da FCA: EUA e Europa. Com 1,3 milhões de unidades vendidas globalmente em 2014, a Mazda também acrescentará pouco volume à FCA.
O que leva à solução Suzuki, que está a recuperar de uma desastrosa relação com a Volkswagen. Com vendas anuais de três milhões veículos, a Suzuki permitirá a Sergio Marchionne (foto), o CEO da FCA, atingir o objectivo de liderar um grupo de 7 milhões de unidades.
A Suzuki é muito forte na Ásia e tem uma posição dominante na índia, mercados onde a FCA está mais fraca. Por seu lado, a Suzuki é fraca na Europa e abandonou o mercado dos EUA, os principais mercados da FCA. Uma complementaridade perfeita.
Parceiro ideal para a Fiat-Chrysler é asiático
O parceiro internacional da Fiat Chrysler Auto (FCA) deverá ser um grupo asiático, antecipa a Automotive News Europe, que dá como definitivamente afastado o cenário de integração da FCA no grupo Volkswagen. Suzuki, Mazda e Hyundai, serão, por ordem decrescente, os candidatos à fusão, que resultará na criação de um grupo com raízes na Europa (Fiat/Alfa Romeo), América (Chrysler/Jeep) e Ásia. “A Hyundai seria o parceiro perfeito, mas tem uma cultura incompatível com a da FCA, além de ter pouco a ganhar com esta união, pois a Fiat e a Chrysler não têm nada que o grupo coreano precise realmente”, explica Larry P. Vellequette, o repórter da Automotive News que acompanha o grupo FCA. A Mazda, uma vez libertada da sua ligação com a Ford, poderá fornecer tecnologia e sofisticação à FCA. Além disso, já existe uma parceria entre as marcas, uma vez que o futuro Fiat 124 Spyder será um irmão gémeo do novo Mazda MX-5. O problema com a Mazda é que, fora do Japão, os seus mercados mais fortes são também os principais mercados da FCA: EUA e Europa. Com 1,3 milhões de unidades vendidas globalmente em 2014, a Mazda também acrescentará pouco volume à FCA. O…
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