Lucros da Sonaecom sobem 83% no primeiro semestre para 39,1 M€

A Sonaecom registou um resultado líquido de 39,1 milhões de euros no primeiro semestre deste ano, o que representa uma subida de 83,1% face ao período homólogo, informou a empresa em comunicado enviado ao mercado.

Executive Digest com Lusa

A Sonaecom registou um resultado líquido de 39,1 milhões de euros no primeiro semestre deste ano, o que representa uma subida de 83,1% face ao período homólogo, informou a empresa em comunicado enviado ao mercado.


Este resultado líquido atribuível aos acionistas compara com os 21,4 milhões de euros alcançados em igual período do ano passado e é justificado sobretudo, pela “maior contribuição do método da equivalência patrimonial e a melhoria dos resultados indiretos”, segundo o comunicado enviado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM).


O volume de negócios consolidado da Sonaecom atingiu os 8,6 milhões de euros no primeiro semestre, um recuo de 3,7% face ao primeiro semestre de 2025.


No primeiro semestre deste ano, o EBITDA (resultado antes de impostos, juros, depreciações e amortizações) subiu 10,7%, em comparação com o período homólogo, para 38 milhões de euros.


No que respeita especificamente ao segundo trimestre do ano, o resultado líquido atribuível aos acionistas da Sonaecom mais do que duplicou face ao período homólogo, tendo subido 128% para 17,6 milhões de euros.

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O volume de negócios consolidado caiu 7,2% entre abril e junho para 4,7 milhões de euros.


Já o EBITDA alcançou os 21,1 milhões de euros, mais 20,8% do que no período homólogo.


A Sonaecom é detentora do jornal Público e, apesar de não detalhar números, revela que, durante o segundo trimestre de 2026, “o crescimento das receitas de assinaturas foi compensado pela redução das receitas de publicidade, originando um decréscimo homólogo das receitas”.

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“A contínua disciplina na gestão de custos mitigou parcialmente o impacto na rentabilidade, que se situou abaixo do nível registado no 2T25”, acrescenta.


A Sonaecom é a maior acionista da NOS, detendo 37,37% do capital.


Na quinta-feira, a operadora de telecomunicações liderada por Miguel Almeida comunicou ao mercado que o resultado líquido, excluindo efeitos não recorrentes, subiu 13,7% no primeiro semestre, face a igual período de 2025, para 128,1 milhões de euros.



JMF (ALU) //

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