Dona da Generali Tranquilidade com lucros de 1,3 mil milhões de euros no primeiro trimestre

O Generali Group, dono da Generali Tranquilidade, registou um resultado líquido ajustado de 1,266 mil milhões de euros no primeiro trimestre deste ano, o que representa um crescimento homólogo de 5,2%, impulsionado pelo desempenho positivo de todos os segmentos de negócio.

André Manuel Mendes

O Generali Group, dono da Generali Tranquilidade, registou um resultado líquido ajustado de 1,266 mil milhões de euros no primeiro trimestre deste ano, o que representa um crescimento homólogo de 5,2%, impulsionado pelo desempenho positivo de todos os segmentos de negócio.

Em comunicado, o grupo segurador refere que os prémios brutos emitidos atingiram 28,2 mil milhões de euros entre janeiro e março, traduzindo um aumento de 6,8% face ao mesmo período do ano passado. O crescimento foi sustentado tanto pelo ramo Vida, que avançou 7,5%, como pelo ramo Não Vida, que subiu 5,8%.

As entradas líquidas do ramo Vida mantiveram-se positivas em 4,3 mil milhões de euros, com contributos de todas as linhas de negócio. Já o Valor de Novo Negócio aumentou 19,1%, para 977 milhões de euros.

No ramo Não Vida, o rácio combinado fixou-se nos 90,5%, enquanto o rácio combinado não descontado atingiu 93,1%, ambos impactados pelos eventos de catástrofes naturais registados no período.

A área de Gestão de Ativos e Património apresentou um crescimento de 15,5%, impulsionado pelo desempenho da Generali Investments Holding e do Banca Generali.

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O resultado operacional do grupo cresceu 8,1%, para 2,2 mil milhões de euros, refletindo, segundo a empresa, o contributo positivo de todos os segmentos. O resultado por ação ajustado aumentou para 0,84 euros, uma subida de 6%.

Citado na nota divulgada pela empresa, Cristiano Borean, CFO do Grupo Generali, afirma que “os resultados do primeiro trimestre de 2026 do Grupo confirmam a execução bem-sucedida do nosso plano estratégico ‘Lifetime Partner 27: Driving Excellence’, com um forte crescimento no resultado operacional suportado por todos os segmentos, refletido igualmente no resultado líquido ajustado”.

O responsável destaca ainda que o ramo Vida “registou um desempenho comercial muito sólido”, enquanto o ramo Não Vida conseguiu melhorar a rentabilidade técnica subjacente “apesar de um impacto mais elevado dos eventos de catástrofes naturais”.

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Segundo Cristiano Borean, o grupo mantém-se focado “na criação de valor sustentável para todos os stakeholders”, apoiado “num balanço robusto” e numa “posição de capital sólida”.

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