A Eni registou, no primeiro trimestre, um lucro líquido de 1.071 milhões de euros, uma queda homóloga de 9%, devido a “efeitos cambiais desfavoráveis” e aos “ganhos extraordinários” registados em 2025, indicou hoje a empresa italiana de energia.
O lucro líquido ajustado nos primeiros três meses de 2026 atingiu 1.302 milhões de euros, o que representa uma redução de 8% em relação ao mesmo período de 2025.
A empresa de energia alcançou um resultado operacional ajustado de 3.536 milhões de euros, uma diminuição de 4% em relação ao ano anterior, enquanto o resultado líquido ajustado antes de impostos foi de 2.378 milhões, uma redução de 13%.
A empresa italiana afirmou que “num contexto de incerteza no mercado energético e de volatilidade dos preços, a Eni continua a trajetória de crescimento em valor”.
Desta forma, os resultados do primeiro trimestre “e um cenário mais otimista conduzem a uma melhoria das previsões para o ano em curso”, destacando que a exploração e a produção cresceram 9%, atingindo 1,8 milhões de barris por dia.
Segundo o presidente executivo (CEO) da Eni, Claudio Descalzi, “os resultados deste trimestre destacam o desempenho fundamental e a solidez financeira no apoio aos investimentos na carteira de projetos geograficamente diversificada”.







