Processo de ex-colaborador de Trump nas eleições de 2016 fecha com pagamento de 1,25 milhões

O Departamento de Justiça negociou o encerramnto de um processo colocado por um colaborador da campanha presidencial de Donald Trump, de 2016, alvo de uma vigilância secreta durante a investigação do FBI à interferência russa.

Executive Digest com Lusa

O Departamento de Justiça negociou o encerramnto de um processo colocado por um colaborador da campanha presidencial de Donald Trump, de 2016, alvo de uma vigilância secreta durante a investigação do FBI à interferência russa.


Para o conseguir pagou 1,25 milhões de dólares.


Carter Page garantiu, no processo de 2020, que foi vítima de uma “espionagem ilícita” pelo FBI, quando a polícia federal investigava se a campanha de Trump tinha conspirado com os dirigentes do Kremlin para alterar o resultado eleitoral.


Page negou qualquer acusação de ligações indevidas com a Federação Russa e nunca foi assisado de qualquer má prática.


Na quarta-feira, o governo de Trump informou o Supremo Tribunal que tinha chegado a acordo com Page sobre as suas queixas e acusações do governo federal.

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O acordo não inclui as queixas que Page fez contra antigos dirigentes do FBI.


A informação transmitida ao Supremo não menciona valores monetários, mas um conhecedor do assunto garantiu que o montante do acordo foi 1,25 milhões de dólares.


Em março, o Departamento de Justiça tinha encerrado outro processo através de acordo, desta vez com o antigo assessor de Trump para a segurança nacional, Michael Flynn, no montante de 1,2 milhões de dólares, que tinha sido considerado culpado de mentir ao FBI sobre as suas conversações com um dirigente russo, mas que veio a ser perdoado.

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