PS elege Secretariado Nacional com 90% e Comissão Politica Nacional com 88%

O PS elegeu hoje o novo Secretariado Nacional com 90% dos votos e a Comissão Política Nacional com 88%, considerando o presidente socialista que é possível continuar a “fazer oposição sem dizer sempre não e sem recorrer à gritaria”.

Executive Digest com Lusa

O PS elegeu hoje o novo Secretariado Nacional com 90% dos votos e a Comissão Política Nacional com 88%, considerando o presidente socialista que é possível continuar a “fazer oposição sem dizer sempre não e sem recorrer à gritaria”.


O presidente do PS, Carlos César, anunciou hoje aos jornalistas os resultados das eleições para os órgãos que decorreram, de forma eletrónica, durante a Comissão Nacional do PS, a primeira depois do congresso de consagração de José Luís Carneiro como secretário-geral do PS.


A lista do Secretariado Nacional do PS, órgão de direção mais restrito, foi eleita com 90,05% dos votos, 190 a favor, 11 contra e 10 brancos, enquanto a da Comissão Política Nacional foi escolhida com 87,68%, 185 na lista apresentada e 26 brancos.


“Esta Comissão Nacional foi importante, tanto num plano interno como num plano externo. No plano interno, porque permitiu a reinstalação de todos os órgãos do partido, na decorrência do último Congresso Nacional”, disse Carlos César.


Para o presidente do PS, os resultados das eleições para estes órgãos “exprimem, por um lado, a unidade forte que hoje tipifica a vida no Partido Socialista, sem prejuízo da diversidade que nos acompanha há precisamente 53 anos, e também a vitalidade que estes órgãos podem ter”, tendo em conta a “renovação impressiva que todos eles apresentam”.

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“O Partido Socialista está, assim, em condições de prosseguir com coragem aquilo que tem procurado manifestar junto dos portugueses, e que é que é possível fazer oposição sem dizer sempre não e sem recorrer à gritaria. É possível ser uma boa oposição e ser reconhecido pelos portugueses como um partido capaz de fazer propostas, capaz de dizer como não deve ser feito, mas também como deve ser feito”, defendeu.


 

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