Eletrodomésticos ‘escondem’ custos na fatura: saiba como poupar

Uma parte significativa da fatura de eletricidade pode estar diretamente ligada ao uso dos eletrodomésticos — e pequenos detalhes no consumo podem ter um impacto relevante no valor mensal

Executive Digest com ComparaJá.pt

Uma parte significativa da fatura de eletricidade pode estar diretamente ligada ao uso dos eletrodomésticos — e pequenos detalhes no consumo podem ter um impacto relevante no valor mensal.

Conhecer melhor o funcionamento de cada equipamento e adotar hábitos mais eficientes pode traduzir-se em poupanças imediatas, ao mesmo tempo que reduz o impacto ambiental, explica o ComparaJá.pt.

Como perceber o consumo real?

Desde 2021, os eletrodomésticos passaram a ter uma nova etiqueta energética, com classificação de A a G, mais simples e transparente. Quanto melhor a classe, menor o consumo.

Ainda assim, a potência indicada nem sempre reflete o consumo real. Muitos aparelhos — como aquecedores ou frigoríficos — funcionam de forma intermitente, ligando e desligando automaticamente.

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Para obter dados precisos, a recomendação passa por utilizar um medidor individual de energia, que permite acompanhar o consumo real de cada equipamento em tempo real e ao longo dos dias.

Tecnologia pode ajudar a poupar

As tomadas inteligentes são outra solução cada vez mais comum. Além de medirem o consumo, permitem:

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– Programar horários de funcionamento
– Monitorizar gastos através do telemóvel
– Receber alertas quando o consumo dispara

Segundo o ComparaJá.pt, este controlo direto é “uma das formas mais eficazes de reduzir a fatura”.

Onde se gasta mais energia?

Alguns eletrodomésticos concentram grande parte do consumo doméstico, nomeadamente:

– Aquecedores e ar condicionado
– Frigoríficos e congeladores
– Máquinas de lavar roupa e loiça
– Fornos elétricos e micro-ondas

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Identificar estes equipamentos é o primeiro passo para ajustar hábitos e reduzir custos.

Pequenas mudanças, grande impacto

A empresa deixa algumas recomendações simples para cortar na fatura:

– Ajustar corretamente a temperatura do frigorífico e congelador
– Utilizar as máquinas com carga completa
– Optar por programas económicos
– Desligar aparelhos em standby

Apesar disso, sublinha que o modo “eco” nem sempre é suficiente. Em alguns casos, a solução passa por substituir equipamentos antigos por modelos mais eficientes.

Vale a pena trocar de eletrodoméstico?

Com a evolução tecnológica, os novos aparelhos conseguem consumir menos energia mantendo o desempenho. O investimento inicial pode ser compensado ao longo do tempo com a redução da fatura.

A recomendação é comparar modelos, verificar a classificação energética e considerar funcionalidades inteligentes que ajudem a otimizar o consumo.

Controlar o consumo elétrico não exige mudanças drásticas. Com informação, tecnologia e alguns ajustes no dia a dia, é possível reduzir custos — e transformar a fatura de eletricidade num problema bem mais leve.

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