Os trabalhadores do Metro de Lisboa vão cumprir duas greves de 24 horas nos dias 9 e 16 de abril, numa decisão confirmada pela Fectrans à ‘RTP Antena 1’. As paralisações, marcadas para esta quinta-feira e para a próxima terça-feira, deverão ter impacto significativo na circulação.
Sem serviços mínimos decretados, a expectativa é de fortes constrangimentos na mobilidade na capital, sobretudo nas horas de maior procura.
Duas greves em menos de uma semana
A decisão de avançar com duas paralisações em dias distintos reforça a pressão sobre a empresa e antecipa perturbações prolongadas para os utilizadores do metro.
As greves terão a duração de 24 horas cada, o que poderá traduzir-se na interrupção total ou quase total do serviço ao longo desses dias.
Impacto esperado na mobilidade
A ausência de serviços mínimos agrava o cenário para os passageiros, que poderão enfrentar dificuldades acrescidas nas deslocações diárias, especialmente em Lisboa e zonas periféricas dependentes da rede.
Estas paralisações surgem num contexto de tensão laboral no setor dos transportes, com os sindicatos a recorrerem à greve como forma de pressão para responder às reivindicações dos trabalhadores.
Com duas datas já confirmadas, os próximos dias deverão ser marcados por constrangimentos significativos na rede do Metro de Lisboa.














