“Tudo depende do que alcançarmos em abril”, afirmou o Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, na comunicação ao país sobre a prorrogação do Estado de Emergência por mais 15 dias, esta quinta-feira.
Para o Presidente este período “dá tempo e espaço ao Governo para depois do fim de abril avançar com a abertura da economia” e com uma preocupação essencial, de criar segurança e confiança nos portugueses, sem se correr o riscos e passos precipitados.
Depois de ouvido o Governo, que se pronunciou na manhã desta quinta-feira favoravelmente, o Presidente da República enviou à Assembleia da República, para autorização desta, o projeto de diploma decretando a renovação do estado de emergência por 15 dias. (leia aqui a carta do Presidente da República).
Recorde-se que a renovação do Estado de Emergência foi aprovado pela terceira vez, com votos contra do PCP, IL e Joacine Katar Moreira. Abstenção dos Verdes e Chega. PS, PSD, Bloco de Esquerda (BE), CDS, e PAN votaram a favor. Irá vigorar de 19 de Abril a 2 de Maio.
Apesar de renovado, houve mais votos contra. Na primeira votação do Estado de Emergência, há um mês, a medida foi aprovada com votos a favor de todas as bancadas, com abstenção do PCP, Verdes e a deputada independente Joacine Katar Moreira e Iniciativa Liberal (IL).
No passado dia 2 de Abril, o prolongamento do Estado de Emergência teve luz verde de praticamente todos partidos, com abstenção do PCP, Verdes, Chega e a deputada independente Joacine Katar Moreira. Só votou contra o IL.








