ICEL | Um negócio bem afi(n)ado

A partir da Benedita, concelho de Alcobaça, a ICEL produz algumas das facas mais requisitadas por chefs, hotéis e consumidores de todo o mundo

Filipa Pereira

Há facas portuguesas a cortar em cozinhas espalhadas um pouco por todo o mundo. Em média, todos os meses saem da fábrica da ICEL, perto de Alcobaça, qualquer coisa como 180 mil facas, 80% das quais para mais de 60 mercados mundiais.

Um caminho que começou a ser afiado nos anos 40 do século passado a partir de uma pequena oficina familiar, criada por três irmãos e de onde saíam canivetes e (algumas) facas de fabrico artesanal, para uso agrícola e doméstico. Entre essa altura e a de hoje, a distância é gigante. Ao nível de produtos, de processos, construção de marca e conquista de mercado.



Leia este artigo na íntegra na edição de Dezembro da Executive Digest

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