Assumir um crédito à habitação é uma das decisões financeiras mais relevantes para as famílias portuguesas, num contexto em que os custos com a casa representam uma fatia cada vez maior do orçamento mensal. Para além da prestação ao banco, há um conjunto de despesas que podem fazer a diferença no valor total do empréstimo.
Com o objetivo de ajudar os consumidores a reduzir encargos, a Simplefy elaborou um guia com cinco orientações práticas para poupar no momento de contrair um crédito à habitação.
Uma das primeiras recomendações passa por negociar a comissão de dossier, valor cobrado pelo banco no início do contrato e que pode variar entre 150 e 600 euros – ou mesmo ser isento em algumas campanhas.
Outra forma de reduzir custos é fazer registos e escritura em simultâneo, evitando duplicações de taxas e aproveitando ferramentas como o Balcão Casa Pronta ou registos online, que podem simplificar o processo.
Já em matéria de impostos, a Simplefy aconselha a simular antecipadamente o valor do IMT (Imposto Municipal sobre as Transmissões Onerosas de Imóveis) no portal das Finanças, de modo a preparar o orçamento para esta despesa obrigatória e distinta do Imposto do Selo.
No mesmo sentido, recomenda-se ainda a simulação do Imposto do Selo, aplicável tanto à compra como ao contrato de financiamento, e que deve ser liquidado no momento da escritura.
Por fim, a empresa lembra a importância de comparar preços de seguros, nomeadamente o seguro de vida e o multirriscos. Ajustar as coberturas ao capital em dívida, rever periodicamente os contratos e comparar propostas de várias seguradoras pode gerar poupanças significativas ao longo dos anos.
Estas cinco orientações podem representar uma poupança relevante para as famílias que enfrentam o desafio de comprar casa, ajudando a tomar decisões mais informadas e equilibradas no crédito à habitação.














