Segundo o último relatório da Direção-Geral da Saúde, o novo coronavírus já provocou 23 mortos em Portugal e o número de infectados subiu para 2.060. Nas últimas 24 horas houve mais nove vítimas mortais e 460 novos casos de infecção.
E no mundo, quantas mortes há? Foram registados quantos casos suspeitos até agora? Quantos estão confirmados e quantos esperam ainda análises? Estes dados podem ser vistos diariamente em mapas com gráficos interactivos, através dos quais é possível acompanhar, em tempo real, a evolução do número de infectados e mortes.
Veja a lista dos cinco sites abaixo:
1. Universidade Johns Hopkins

O mapa da instituição americana tornou-se uma referência durante a pandemia, principalmente pela velocidade da actualização dos dados. A ferramenta, que pode ser consultada aqui, apresenta mapa com os casos registados e listas com os números de infectados, mortos e curados, por país ou região. Há também infográficos com a evolução diária dos casos.
2. Organização Mundial da Saúde (OMS)
O site da OMS, que pode ser acedido aqui, é idêntico ao da Universidade Johns Hopkins. Ambos foram desenvolvidos com a mesma ferramenta – ArcGIS.
3. Universidade de Washington
Uma das principais diferenças do site criado por esta instituição de ensino americana é a possibilidade de explorar individualmente as curvas de contágio, ou seja, o avanço do número de infectados e de mortos por dia e país. O mapa, actualizado com menos frequência que o da Johns Hopkins, pode ser visto aqui.
4. Worldometer
Trata-se de uma plataforma internacional colaborativa, alimentada por programadores e voluntários, com base em dados da OMS e dos Governos, além de artigos científicos sobre o tema. Além de ter, à data, a maior quantidade de informações sobre os cidadãos atingidos pela pandemia, divulga o perfil dos mortos, testes realizados, o número de casos por um milhão de habitantes, as curvas de contágio em cada país e uma tabela que separa os doentes em estado crítico.
Esta plataforma científica colaborativa permite, por exemplo, identificar padrões de propagação da doença. O site, que pode ser consultado aqui, tem uma animação através da qual é possível acompanhar as cadeias de transmissão de um país.








