Shanna Goodman já trabalhou com centenas de pequenos negócios. Lê entre 50 e 70 livros todos os anos e está convicta de que há muito a aprender nas páginas de alguns manuais. Alguns deles podem mesmo ajudar a alavancar um negócio – sem recurso a consultores ou cursos de gestão em escolas de renome, mas com Lady Gaga como possível inspiração.
Contudo, antes de se começar a ler, é preciso determinar quais os objectivos que se querem atingir. Será ganhar mais dinheiro? Ou ter uma equipa maior e mais motivada? Só depois de respondidas estas questões será possível escolher o livro certo para o momento certo.
Num artigo para o Business Insider, Shanna Goodman dá conta de uma lista de sete livros, que devem ser lidos por ordem. O primeiro é “The E-Myth Revisited” (Michael Gerber), seguindo-se “Start with Why” (Simon Sinek). A lista continua com “Find Your Why” (Simon Sinek), “Positioning” (Al Ries e Jack Trout), “Building a Storybrand” (Donald Miller), “Influence: The Psychology of Persuasion” (Robert Cialdini) e, por fim, “Creating Customer Evangelists” (Jackie Huba and Ben McConnell).
Sobre o primeiro livro recomendado, Shanna Goodman explica que se trata de uma espécie de guia que oferece as bases necessárias sobre o papel desempenhado pelo empresário no seu próprio negócio. A maioria dos proprietários de pequenos negócios assume a responsabilidade por muitos aspectos da empresa e acabam por se sentirem miseráveis. Por vezes, podem mesmo falir.
Em “The E-Myth Revisited”, o autor explica que o empreendedor vai assumindo diferentes peles ao longo do tempo. Um electricista, por exemplo, começa por ser apenas um electricista quando decide abrir a sua própria empresa. Mas depressa se torna também gestor, cargo para o qual poderá não ter competências ou mesmo gosto.
Saltando para o fim da lista, o último livro que se deve ler neste percurso de aquisição de conhecimentos mostra como recompensar os melhores clientes e recorrer à influência para uma espécie de “passa a palavra em esteroides”. Para explicar esta estratégia, os autores recorrem à história de Lady Gaga e à forma como a contora conseguiu construir uma base de fãs de grandes dimensões.
Lady Gaga soube identificar os seus maiores fãs e oferecer-lhes oportunidades exclusivas, tornando-os embaixadores (ainda que não oficialmente). As empresas, especialmente os pequenos negócios, podem recorrer a uma táctica semelhante.













