É humano? É máquina? Novo robô que faz movimentos realistas está a deixar a internet em choque (veja o vídeo)

Uma startup polaca de robótica revelou aquele que descreve como o “humanoide anatomicamente mais completo já criado”. Chama-se Protoclone e é um robô com 1.000 fibras artificiais que simulam músculos humanos, uma estrutura com 206 ossos e mais de 500 sensores, que promete redefinir os limites da engenharia robótica.

André Manuel Mendes

Uma startup polaca de robótica revelou aquele que descreve como o “humanoide anatomicamente mais completo já criado”. Chama-se Protoclone e é um robô com 1.000 fibras artificiais que simulam músculos humanos, uma estrutura com 206 ossos e mais de 500 sensores, que promete redefinir os limites da engenharia robótica.

O anúncio foi feito pela empresa Clone, que publicou nas redes sociais imagens e vídeos impressionantes do seu robô em ação. A máquina, ainda sem rosto, apresenta movimentos extremamente realistas, graças aos mais de 200 graus de liberdade e à reprodução meticulosa do sistema músculo-esquelético humano.



O Protoclone tem gerado tanto fascínio quanto inquietação. A sua primeira aparição pública, numa publicação na plataforma X (antigo Twitter), mostrava o robô suspenso no ar e a movimentar-se de forma inquietante — o suficiente para levar muitos utilizadores a fazerem comparações com cenários distópicos da ficção científica.

 

Apesar disso, o robô foi desenhado para desempenhar tarefas domésticas, com um leque de “habilidades pré-instaladas” que se assemelham às de um mordomo ou assistente pessoal. A versão comercial, batizada Clone Alpha, está disponível para pré-reserva no site da empresa, com uma produção limitada a apenas 279 unidades.

Uma das funcionalidades mais inovadoras é a chamada “plataforma de treino de telecinesia”, que permitirá aos utilizadores ensinar novas tarefas ao robô, personalizando o seu comportamento.

No entanto, muitos especialistas e utilizadores veem na tecnologia da Clone um potencial que vai muito além da robótica de consumo. Há uma crescente mobilização online para que a empresa adapte o seu sistema músculo-esquelético à criação de próteses humanas altamente funcionais.

 

 

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