O setor da aviação está no epicentro da crise provocada pelo novo coronavírus, e a TAP está debaixo de uma forte pressão.
A empresa já cancelou mais de 3500 voos até maio, está a registar uma quebra acentuada nas reservas e tem sob ameaça a sua operação nos EUA, depois de Donald Trump ter decidido restringir os voos da Europa para os Estados Unidos.
É neste contexto que o Governo, e o gabinete do ministro Pedro Nuno Santos, vão avaliar no decurso da próxima semana as ações que terão de ser tomadas para socorrer a TAP, avança o Expresso na edição deste sábado.
Segundo o jornal, poderá não estar excluída uma injeção de capital, numa companhia que tem hoje mais de 10 mil trabalhadores e é um dos motores das exportações portuguesas.







