Crise/Governo: Montenegro rejeita influência política na empresa e repudia insinuações

O primeiro-ministro, Luis Montenegro, rejeitou hoje ter havido qualquer influência política na angariação de clientes da Spinumviva, afirmando que os primeiros chegaram por já conhecerem os sócios e colaboradores da empresa.

Executive Digest com Lusa
Março 10, 2025
19:34

O primeiro-ministro, Luis Montenegro, rejeitou hoje ter havido qualquer influência política na angariação de clientes da Spinumviva, afirmando que os primeiros chegaram por já conhecerem os sócios e colaboradores da empresa.

“Na parte que é do meu conhecimento e que teve origem até junho de 2022, os primeiros clientes solicitaram a prestação dos serviços na base do conhecimento que já tinham dos sócios e dos colaboradores da empresa”, respondeu Luís Montenegro ao Chega.



A pergunta do Chega visava saber como é que os clientes chegaram à empresa Spinumviva, que “nem apresenta um website”, e se houve “influência política” nessa angariação.

Luís Montenegro, que foi sócio da empresa até junho de 2022, acrescentou que “alguns outros podem ter tido conhecimento pela “publicidade” mais eficaz que existe que é dos próprios clientes”.

“Duas coisas são absolutamente certas. A primeira é que tudo aconteceu dentro das normais, legais e regulamentares práticas do mercado. A segunda é que não há, nem podia haver, qualquer influência política”, disse.

Primeiro, disse, porque “tudo ocorreu quando nenhum dos intervenientes tinha responsabilidades políticas” nem o trabalho tem “qualquer interferência política”.

Por outro lado, estavam em causa “negócios exclusivamente privados (entre partes totalmente privadas) ou da elaboração, execução e controlo de procedimentos que dimanam de legislação europeia de 2016, em vigor desde 2018”, acrescentou.

“É completamente abusiva e até insultuosa qualquer insinuação de mistura entre a atividade empresarial e política de qualquer interveniente nas prestações de serviços em análise. Năo há fundamento, não há justificação nenhuma para especular nesse sentido”, reiterou.

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