Os lucros da Mapfre cresceram 29% em 2024, totalizando 902 milhões de euros, após o impacto de 90 milhões de euros decorrente da desvalorização do fundo de comércio da Verti Alemanha, avançou hoje o grupo.
O resultado da região Ibéria, Espanha e Portugal, aumentou 1,6% face a 2023 para 367 milhões de euros.
A região da América do Norte cresceu 9,2% para 407,8 milhões de euros, a mesma tendência do Brasil, que subiu 9,5% para 255,1 milhões de euros.
A MapfreRe, que inclui o negócio de resseguros e riscos globais, registou um resultado de 325 milhões de euros, mais 81 milhões que em 2023.
“Estes resultados, os melhores da história, refletem a nossa ambição pelo crescimento e pela excelência técnica, fruto da execução do Plano Estratégico […] o dividendo atinge um novo máximo histórico e demonstra o nosso compromisso com os acionistas”, afirmou o presidente da Mapfre, António Huertas, em comunicado.
Segundo o comunicado, o Conselho de Administração acordou em propor à assembleia-geral de acionistas um dividendo complementar do exercício de 2024 de 9,5 cêntimos brutos por ação e, como tal, o dividendo total do exercício de 2024 sobe para 16 cêntimos brutos por ação.
A administração irá propor também, com efeito a partir de 14 de março de 2025, o término do mandato de Fernando Mata Verdejo como membro do Conselho de Administração da Mapfre S.A., que continuará como administrador financeiro do grupo (CFO) até 31 de março de 2025.
Em substituição, o Conselho de Administração irá propor, com efeito a partir de 14 de março de 2025, a nomeação de José Luis Jiménez Guajardo-Fajardo para este órgão, assim como a nomeação de José Luis Jiménez Guajardo-Fajardo como administrador financeiro do Grupo (CFO).






