Microsoft a caminho do título de segunda marca mais valiosa do mundo

Pela primeira vez na história de Wall Street, há quatro empresas que valem mais de mil milhões de dólares: Alphabet, Apple, Amazon e Microsoft. Mas a última é a mais valiosa: vale cerca de 1,5 mil milhões de dólares (cerca de 1,36 mil milhões de euros). 

Ana Rita Rebelo

Pela primeira vez na história de Wall Street, há quatro empresas que valem mais de mil milhões de dólares: Alphabet, Apple, Amazon e Microsoft. Mas a última é a mais valiosa: vale cerca de 1,5 mil milhões de dólares (cerca de 1,36 mil milhões de euros). 

De acordo com o “El Economista”,  a nível global, a tecnológica norte-americana tornaria-se, assim, na segunda empresa mais importante. A petrolífera saudita Saudi Aramco vale, actualmente, 1,7 mil milhões de dólares. Contas feitas, a empresa co-fundada pelo milionário e filantropo Bill Gates teria de aumentar em 6,3% a sua quota, ou seja, mais 197 dólares. Para já, o grupo atingiu mais de 17%.



A Apple posiciona-se em segundo lugar, valendo, actualmente, 1,47 mil milhões de dólares. No caso da Amazon, a expectativa é que valha 1,2 mil milhões de dólares, enquanto a Alphabet não deverá ter ultrapassado a marca dos mil milhões de dólares. 

No final de Janeiro, a Microsoft anunciou um aumento de 29,5% nos lucros durante a primeira metade do ano fiscal de 2020, graças ao «forte crescimento do negócio da cloud. Entre Outubro e Dezembro, o volume de negócios da Azure aumentou 62% em relação ao mesmo período do ano anterior.

Há meses, recorde-se que a Microsoft ganhou um concurso público que ficou conhecido por JEDI, avaliado em 10 mil milhões de dólares, e que envolve o fornecimento de serviços de armazenamento de dados na cloud ao Pentágono. Até então, a subsidiária da Amazon que disponibiliza serviços de cloud, a AWS, era considerada a favorita.

Em Novembro, a Amazon revelou que ia avançar com uma acção em tribunal, por considerar que houve «lacunas evidentes, erros e equívocos» na atribuição do contrato de concessão do serviço a Microsoft. A empresa fundada por Jeff Bezos alegou ainda que a decisão tinha sido influenciada pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sendo público que os dois não tem uma boa relação.

A decisão de um tribunal federal norte-americano chegou a 13 de Fevereiro: a Amazon ganhou o processo. A justiça determinou a suspensão dos trabalhos «até ordem futura por parte do tribunal».

Há seis anos Satya Nadella foi nomeado CEO da Microsoft, sucedendo a Steve Ballmer. Desde então, as acções da empresa valorizaram em mais de 400%.

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