Enquanto as tradicionais férias de verão em destinos exclusivos como os Hamptons ou Capri ficam em segundo plano, Wall Street está a marcar presença em grande estilo nos Jogos Olimpicos de Paris 2024. O evento não está apenas a atrair a atenção dos magnatas das finanças, mas também se transformou num importante ponto de encontro para negócios e filantropia.
Mary Erdoes, chefe de gestão de ativos e património do JPMorgan Chase & Co., descreveu a experiência como uma mistura de “Davos com eventos olímpicos”. Ela destacou reuniões contínuas com clientes e a oportunidade de interagir com líderes empresariais em arenas desportivas, revela a ‘Bloomberg’.
O copresidente do Morgan Stanley, Dan Simkowitz, está também em Paris, atuando como “embaixador desportivo” da USA Swimming através de uma doação significativa à US Olympic & Paralympic Foundation (USOPF). A USOPF, liderada por Christine Walshe, está À procura de levantar 462 milhões de euros até aos Jogos Olímpicos de Los Angeles 2028 para melhorar o apoio aos atletas, que frequentemente ganham menos de 46 mil euros anuais. Ken Griffin, da Citadel, é outro grande nome presente, tendo contribuído com 4,6 milhões de euros para a USOPF.
Stephen Schwarzman, da Blackstone Inc., foi visto a assistir a eventos de ginástica, enquanto Mike Novogratz, da Galaxy Digital, está a apoiar a luta na Champ-de-Mars Arena. Gene Sykes, copresidente de fusões e aquisições do Goldman Sachs, está a participar ativamente nos Jogos com as suas responsabilidades como membro do Comité Olímpico Internacional.
Também personalidades como Bill Gates, Tom Cruise e David Zaslav, da Warner Bros, estão no centro das atenções, assistindo a eventos como ginástica artística e ténis. No primeiro dia dos Jogos, Bernard Arnault, da LVMH, dona da Louis Vuitton, e outros líderes de grandes empresas encontraram-se com o presidente francês Emmanuel Macron.






