CMVM: Irregularidades detetadas em auditoras caem quase para metade

As irregularidades detetadas pela Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM) em ações de supervisão às auditoras, finalizadas no ciclo 2022/2023, caíram quase metade face ao ciclo anterior, de 488 para 255, foi hoje divulgado.

Executive Digest com Lusa

As irregularidades detetadas pela Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM) em ações de supervisão às auditoras, finalizadas no ciclo 2022/2023, caíram quase metade face ao ciclo anterior, de 488 para 255, foi hoje divulgado.

O relatório “Resultados Globais do Sistema de Controlo de Qualidade da Auditoria”, hoje divulgado pelo regulador, regista 26 irregularidades significativas e 229 outras irregularidades entre 01 de julho de 2022 e 30 de junho de 2023, contra 48 irregularidades significativas e outras 440 no ciclo 2021/2022.



“Factualmente houve uma diminuição de irregularidades observadas pela CMVM no âmbito das supervisões efetuadas. O âmbito pode ser e foi um elemento tido em consideração e é essa a razão à qual atribuímos a variação dos números”, disse José Miguel Almeida, membro do Conselho de Administração da CMVM, na apresentação do relatório.

Ou seja, a redução do número de irregularidades pode ser justificada, pelo menos, parcialmente, com a dimensão e complexidade dos ROC/SROC objeto das supervisões encerradas no ciclo, a dimensão e complexidade das entidades auditadas e o âmbito dessas ações de supervisão”.

De acordo com os dados do supervisor no ciclo 2022/2023, do total de irregularidades, 211 foram registadas nas 13 ações de supervisão regulares presenciais encerradas, com 14 situações classificadas como de maior severidade e 44 de supervisão pontual nas quatro ações de supervisão pontual encerradas, com 12 situações de maior severidade.

José Miguel Almeida destaca a persistência de irregularidades recorrentes em áreas fundamentais da qualidade de auditoria no ciclo 2022/2023 face ao anterior.

Entre estas, o relatório aponta “documentação inapropriada sobre análises e desafios efetuados aos pressupostos relevantes subjacentes a estimativas contabilísticas significativas, insuficiência no processo de identificação de ameaças à independência do auditor, inexistência ou insuficiência de documentação no cálculo da materialidade, insuficiência de procedimentos nas respostas aos riscos de distorção material, inexistência ou insuficiência de procedimentos ao nível da auditoria de grupos económicos.

Identifica ainda falhas no arquivo dos papéis de trabalho, insuficiência de documentação do envolvimento do revisor de controlo de qualidade, do responsável pela monitorização e do sócio responsável, e incorreta aplicação do conceito de “rede” previsto no Regime Jurídico da Supervisão de Auditoria (RJSA).

Em 2022, a CMVM instruiu um processo de contraordenação muito grave, por um auditor prestar serviços de consultoria fiscal a uma participada da empresa que auditava, 62 contraordenações graves e nove leves/menos graves.

O relatório destaca quanto às contraordenações graves “o incumprimento do dever de documentar adequadamente a prova de auditoria obtida e as conclusões extraídas dessa prova, incluindo a documentação de factos importantes que sejam do conhecimento do auditor (36 contraordenações) e do dever de redução a escrito do contrato de prestação de serviços de auditoria relativos à revisão legal de contas (oito contraordenações)”.

Relativamente aos processos decididos, em 2022, a CMVM aplicou oitos coimas – três coimas de 10 mil euros, quatro coimas de 25 mil euros (das quais, uma com 10 mil euros suspensos, uma com 15 mil euros suspensos e uma totalmente suspensa) e uma coima de 150 mil euros – e três admoestações.

Em 2022 foram detetados 12 incumprimentos dos deveres dos auditores em matéria de relacionadas com a Lei do Combate ao Branqueamento de Capitais e do Financiamento do Terrorismo, a maioria referente a identificação e diligência (cinco).

Segundo o relatório, o valor global dos honorários de auditoria (EIP e NEIP) registou um de aumento, neste ciclo, de 3,1%.

“A CMVM visa, através do reforço da supervisão dos auditores e da respetiva prestação dos serviços de auditoria, aumentar a qualidade da auditoria em Portugal”, assinala o supervisor.

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Desafia também as convenções volumétricas pois tem 4,99 m de comprimento, mas um coeficiente aerodinâmico de apenas 0,25, Trata-se de um modelo desenhado sobre a batuta da equipa de design da Volvo em Gotemburgo mas respira ADN escandinavo Os faróis martelo de Thor evoluíram para uma assinatura digital pixelizada enquanto a traseira apresenta uma porta de abertura ampla sublinhando a versatilidade. Foi exaustivamente testado na Suécia enfrentando condições de frio extremo para garantir que a dinâmica de condução e a gestão térmica da bateria são infalíveis. Testei a unidade com tração integral Twin Motor que revelou um comportamento de exceção. A plataforma SPA2, a mesma do EX90, confere uma rigidez estrutural que há muito não se via no segmento. Nas estradas portuguesas, entre o empedrado cidadino, estradas de terra batida, AE para Évora e as nacionais, vejo que o ES90 isola os ocupantes de forma magistral (até o teto de abrir escurece). A suspensão pneumática com tecnologia ativa adapta-se em milissegundos eliminando qualquer vibração O espaço interior é o habitual, ou seja, muito amplo, minimalista mas de um conforto e desenho discretos. A experiência é de um silêncio absoluto sendo que a Volvo afirma ser o habitáculo mais silencioso de sempre da marca, graças ao uso extensivo de materiais de isolamento acústico e vidros laminados duplos de série. A ergonomia dos bancos segue o habitual da marca com a certificação ortopédica e redefina o que esperamos de uma viagem de longo curso. Mas o ES90 não é simplesmente um automóvel, mas também um computador sobre rodas equipado com um sistema de computação central e com vários processadores Nvidia onde a capacidade de processamento inteligência artificial é oito vezes superior aos modelos anteriores. Através dos sensores lidar e dos radares da última geração, cria-se um escudo de 360° detectando objetos a 250 m mesmo em escuridão total. 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A grande inovação reside aqui no sistema elétrico de 800 wattts, que é uma estreia na marca e que permite recuperar 300 km em apenas 10 minutos As células têm também uma vantagem pois utilizam uma química de baixo teor de cobalto (caro, volátil em preço, associado a riscos na cadeia de abastecimento e frequentemente ligado a preocupações éticas na sua extração) Muito importante é o passaporte da bateria recorre a blockchain para garantir a reestabilidade total dos materiais. Já falamos do luxo do minimalismo, da qualidade de construção e dos materiais, de um bem-estar a bordo que convida alongas viagens num conforto sem precedentes e um comportamento demasiado preciso. E é isso mesmo que este Volvo transmite para o cliente que valoriza o estatuto mas sem ostentação; o executivo ou aquela família que procura segurança máxima e sustentabilidade real. Concorre com os BMW e a Mercedes e o Audi, contudo pela sua versatibilidade e altura posiciona-se numa zona cinzenta de conforto superior que o torna único. Temos finalmente ao rival à altura das marcas premium mais conceituadas. O Volvo está disponível em três versões com preço a partir dos 72.945 para particulares ou 55.000 mais IVA para as empresas. Possui uma autonomia até 700 km na versão single Motor extended range e a potência pode ir até aos 680 cavalos Twin Motor Performance. “O ES90 representa a nossa abordagem holística à sustentabilidade e à segurança, sendo o sedan mais avançado que alguma vez concebemos.” — Vanessa Butani, Head of Global Sustainability da Volvo Cars. “Com o ES90, elevamos o padrão do que uma berlina de luxo deve ser na era elétrica: equilibrada, inteligente e profundamente humana.” — Jim Rowan, CEO da Volvo Cars.

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