MEO vê aprovadas metas para a redução de emissões de CO2

A MEO viu aprovadas as suas metas de redução de emissões  de gases de efeito  estufa pela Science Based Targets Initiative (SBTi). Operadora quer atingir a neutralidade carbónica até 2050.

André Manuel Mendes

A MEO viu aprovadas as suas metas de redução de emissões  de gases de efeito  estufa pela Science Based Targets Initiative (SBTi). Operadora quer atingir a neutralidade carbónica até 2050.

“A Equipa de Validação de Metas do SBTi classificou a ambição das metas de âmbito 1 e 2 da sua empresa e determinou que está em linha com uma trajetória de 1,5°C. A SBTi elogia a sua ambiciosa meta alinhada com 1,5°C, atualmente a designação mais ambiciosa disponível através do processo SBTi.”, lê-se na nota enviada à operadora de telecomunicações.



A SBTi é uma iniciativa global que incentiva o setor privado a adotar medidas significativas em relação às mudanças climáticas através de metas de redução de emissões baseadas na ciência (science based targets).

Esta reconhece o compromisso da MEO relativamente a dois objetivos principais: A redução das emissões de âmbito 1 (diretas) e 2 (indiretas) em 70% até 2030, com base no desempenho de 2019; e a redução das emissões de âmbito 3 (cadeia de valor) através da definição de metas alinhadas com a ciência por parte de 82% dos seus fornecedores, num prazo de 5 anos.

A MEO tem vindo a incentivar os seus colaboradores a adotar práticas mais sustentáveis e tem implementado vários projetos de eficiência energética nos seus edifícios e na sua frota, como por exemplo a substituição de sistemas de iluminação e de equipamentos de ar frio, AVAC e ar condicionado e ainda substituição de equipamento de telecomunicações por outros mais eficientes a nível energético.

Para além disso, para reduzir as emissões de âmbito 3, em 2022 mais de uma centena de fornecedores foram avaliados de acordo com critérios ambientais.

“Esta validação dos objetivos traçados e submetidos a aprovação em dezembro de 2022 é, para a MEO, um importante reconhecimento do esforço  que tem vindo a empenhar, nos últimos anos,  na defesa da sociedade e do planeta. É o resultado de um longo e rigoroso processo, que desde o primeiro momento envolveu colaboradores, fornecedores e clientes, assinando, em nome de todos, o Acordo de Paris”, sublinha José Maurício Costa, responsável pela direção Corporativa e de Projetos da Altice Portugal.

O último relatório de sustentabilidade da empresa liderada por Ana Figueiredo destaca o alcance de mais 49% de autoprodução de energia renovável, menos 31% de produção de resíduos e desperdício, e menos 19% de consumo de materiais relativos à atividade da empresa.

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