Escolas preocupadas com “falta de condições mínimas” no próximo ano letivo pedem reforço de professores

Conselho de Escolas considerou ser “fundamental” que “haja um reforço extraordinário de docentes” nas escolas no ano letivo 2023/2024, assim como maior investimento nos Planos de Desenvolvimento Pessoal, Social e Comunitário e nas equipas multidisciplinares de apoio à educação inclusiva

Revista de Imprensa

O Conselho de Escolas (CE) está preocupado com a falta “de condições mínimas” para trabalhar no próximo ano letivo, devido à possibilidade de desaparecerem os reforços de créditos horários, que vigoraram nos últimos anos devido à Covid-19, o que permitiu o reforço dos professores nas escolas.

De acordo com o jornal ‘Público’, o CE considerou ser “fundamental” que “haja um reforço extraordinário de docentes” nas escolas no ano letivo 2023/2024, assim como maior investimento nos Planos de Desenvolvimento Pessoal, Social e Comunitário e nas equipas multidisciplinares de apoio à educação inclusiva.



“As aprendizagens dos alunos foram afetadas pelas condições de funcionamento anómalas geradas” pela pandemia mas também “pelo número crescente de docentes em falta para assegurar as atividades letivas e pelos efeitos das greves”, pôde ler-se na recomendação do órgão consultivo do Ministério da Educação.

O plano de recuperação das aprendizagens 21/23 foi aprovado pelo Governo em resposta à pandemia da Covid-19, o que reforçou as escolas com 3.300 docentes e 1.169 técnicos especializados – o Ministério da Educação anunciou a abertura de um concurso para a vinculação dos “mais de 1.200 técnicos especializados contratados durante a pandemia” – psicólogos, terapeutas da falta, assistentes sociais e técnicos de informática, por exemplo.

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