Numa altura em que as ferramentas de Inteligência Artificial, como o ChatGPT, estão a a integrar a transformação tecnológica em curso, o Santander utilizou um software baseado nesta tecnologia para relembrar que o seu foco são as pessoas.
Desta forma, o banco utilizou o software de Inteligência Artificial “Stable Diffusion” para criar um homem português típico baseado em fotos de 277 pessoas com idades entre os 18 e os 75 anos, na sua última campanha de marketing.
Com esta, o Santander quer destacar que, por muita evolução tecnológica que venha facilitar e agilizar a vida das pessoas, os momentos mais significativos da existência humana acontecem quando desafiamos as probabilidades.
“O Santander não é para o Manel. Quisemos mostrar que o mais importante são as pessoas, e para isso desafiamos a média e a sua ditadura de probabilidades”, refere Ricardo Jorge, Administrador Executivo.
O executivo sublinha a importância dos dados para as empresas, no entanto, diz, “o papel de uma marca vai para além disso. Para perceber o porquê dos números, precisamos de olhar a realidade, para as pessoas. Pessoas que todos os dias fazem as suas escolhas orientadas para o progresso que desejam. Para si próprios, para as suas famílias, nas suas comunidades e empresas.”
A campanha, criada pela Wunderman Thompson e produzida pela Garage, arranca hoje com a participação de Irina Rodrigues, atleta olímpica em lançamento do disco e a terminar o mestrado em Medicina com o apoio de uma bolsa do Santander; Débora Campos, fundadora da startup AgroGrIN, financiada pelo prémio Santander X, que transforma resíduos alimentares através de tecnologia patenteada; e Joana Bernardo, recrutada para o Banco através do projeto de integração profissional em parceria com a Associação Salvador.







