“Queremos ser o banco local mais rentável em cada um dos mercados em que operamos”, diz Presidente Executiva do Santander

O Santander quer continuar a aumentar a rentabilidade e o capital em 2023, e pretende ser o banco mais rentável em todos os mercados em que opera. Ana Botín foi reeleita por mais 3 anos como Presidente Executiva do banco.

André Manuel Mendes

O Santander quer continuar a aumentar a rentabilidade e o capital em 2023, e pretende ser o banco mais rentável em todos os mercados em que opera. Ana Botín foi reeleita por mais 3 anos como Presidente Executiva do banco.

“Queremos  ser o banco local mais rentável em cada um dos mercados em que operamos, e também ser o melhor banco para os nossos clientes. Conseguiremos isso combinando a nossa liderança nos mercados locais coma  nossa escala global”, afirmou Ana Botín, CEO do Santander, durante a Assembleia Geral realizada na sexta-feira.



Após a reestruturação do banco, que envolveu uma redução da força de trabalho, a digitalização e a contínua mudança de política do Banco Central Europeu (BCE) continuam a fazer aumentar a rentabilidade das entidades bancárias, revela o ‘Cinco Dias’.

Para 2023, o Santander mantém intactos os seus objetivos, esperando fechar o primeiro trimestre com um retorno sobre o capital tangível (RoTE) de 14%. O banco espera ainda “manter um índice de capital de 12%, sendo que o índice de eficiência e o custo do crédito estão alinhados para atingir os objetivos de 2023”, disse Ana Botín.

O Santander prevê fechar o ano com crescimento de receita de dois dígitos, índice de eficiência entre 44% e 45% e custo do risco abaixo de 1,2%. “Nos primeiros meses do ano mantemos uma tendência positiva, com mais de um milhão de novos clientes, o que nos levaria a um crescimento do crédito de 4%, depósitos de 6% e rendimentos de dois dígitos. Estamos confiantes de que atingiremos os objetivos para 2023 até o final do ano”, sublinha a CEO do banco.

Durante a Assembleia Geral do banco, os acionistas reelegeram também Ana Bótin como Presidente Executiva do banco, para mais um mandato de três anos.

Os acionistas aprovaram também a distribuição de um dividendo complementar de 5,95 cêntimos por ação, o que implicará o pagamento de 963,4 milhões de euros. Esta distribuição acresce ao dividendo intercalar de 5,83 cêntimos (979,1 milhões de euros total) que o banco distribuiu anteriormente. O dividendo será pago a partir de 2 de maio de 2023.

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