GreenGT H2: o modelo de competição ecológico

Antevendo o futuro da indústria automóvel, a GreenGT apresentou recentemente uma nova proposta para a competição na forma do GreenGT H2, um modelo altamente evoluído movido com propulsão eléctrica e a hidrogénio. Este veículo de competição foi desenvolvido em França e pretende mostrar como poderão ser os protótipos desportivos a médio-prazo, recorrendo a tecnologia eléctrica unida a célula de combustível de hidrogénio, um combustível ecológico que se caracteriza pela ausência de emissões poluentes. Também o estilo é notoriamente mais radical, sobretudo ao nível do posicionamento do motor atrás do piloto, ao passo que os flancos são curtos e arredondados.…

Pedro Junceiro

greengt_h2_juin_2015_3 Marc de Mattia

Antevendo o futuro da indústria automóvel, a GreenGT apresentou recentemente uma nova proposta para a competição na forma do GreenGT H2, um modelo altamente evoluído movido com propulsão eléctrica e a hidrogénio.



Este veículo de competição foi desenvolvido em França e pretende mostrar como poderão ser os protótipos desportivos a médio-prazo, recorrendo a tecnologia eléctrica unida a célula de combustível de hidrogénio, um combustível ecológico que se caracteriza pela ausência de emissões poluentes. Também o estilo é notoriamente mais radical, sobretudo ao nível do posicionamento do motor atrás do piloto, ao passo que os flancos são curtos e arredondados.

A apresentação deste GreenGT H2 teve lugar no circuito de Paul Ricard, em França, com o ex-piloto de Fórmula 1 Olivier Panis e o seu filho, Aurélien, a efectuarem uma demonstração das capacidades técnicas do H2.

“Ao longo de todas as disciplinas em que competi, em especial na F1, a técnica sempre me apaixonou. O GreenGT H2 é uma viatura espantosa. É uma verdadeira solução do futuro, que não emite mais do que vapor de água e funciona sem baterias”, referiu Panis, cujo ponto alto na sua carreira foi o triunfo no lendário GP do Mónaco de 1996, ao volante de um monolugar francês, um Ligier.

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“As suas performances em pista e a sua autonomia são já equivalentes àquelas de um motor térmico e ainda vêm aí numerosas evoluções. Esta tecnologia é utilizável por todos os veículos que necessitem de grande potência e de autonomia: automóveis de competição, mas também autocarros e camiões… Jovens pilotos como o meu filho Aurélien terão a possibilidade de competir com estas viaturas de competição eléctricas e a hidrogénio”, completou Panis.

A tecnologia de hidrogénio é, neste momento, uma das mais fortes apostas por parte de diversos construtores automóveis, que se começam a unir no esforço de dinamizar a sua implementação nesta indústria, sobretudo ao permitir combinar prestações de relevo com a autonomia semelhante a um modelo com motor de combustão.

Fotos: Marc De Mattia

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