Identificado primeiro sintoma da ómicron – que pode passar despercebido

Mais contagiosa do que as variantes anteriores, pode agora ser identificada por um sintoma muito particular

Executive Digest

Mais contagiosa do que as variantes anteriores, pode agora ser identificada por um sintoma muito particular

Por volta do terceiro dia, mais cedo do que acontecia com a Delta ou outras variantes, a mega contagiosa Ómicron provoca um sintoma que está agora a ser apontado com o primeiro sinal de que alguém está infetado com Covid-19. É verdade que o coronavírus não afeta todas as pessoas da mesma forma, mas estão a ser apontadas características muito claras que permitem a sua catalogação.



Para já, é claro que é a variante com o maior número de pessoas com teste positivo com quase nenhum sintoma. Contudo, um dos sinais comuns à maioria dos infetados é uma irritação na garganta ou sensação de garganta arranhada – algo que ocorre cerca de dois a três dias após a infeção e dura pelo menos mais dois dias. Esta é, aliás, uma das razões para muitos países terem decidido reduzir o tempo de isolamento obrigatório, por entenderem que a Ómicron já não é contagiosa após o decido dia após o resultado positivo.

“Trata-se de um sintoma muitas vezes confundido com uma normal gripe ou constipação”, confirma ao The Independent Tim Spector, o epidemiologista britânico à frente da plataforma ZOE, que monitoriza os casos de Covid-19 no país, insistindo na importância da testagem e do reforço da vacina.

Christina Marriott, chefe executiva da Royal Society for Public Health corrobora: “Quem tem a imunização completa apresenta sintomas menos graves. Um deles é a dor de garganta”, rematando que, a este sintoma, deve atender-se depois a outros também menos graves, como dor de cabeça, corrimento nasal, espirros, dor de garganta e perda de olfato.

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