Covid-19: Portugal com 33.340 infeções, 28 mortes e menos internamentos nas últimas 24 horas

Portugal registou 33.340 novas infeções com o coronavírus SARS-CoV-2, mais 28 mortes associadas à covid-19 e uma diminuição nos internamentos em enfermaria e em cuidados intensivos nas últimas 24 horas, segundo dados da Direção-Geral da Saúde (DGS).

Executive Digest com Lusa

Portugal registou 33.340 novas infeções com o coronavírus SARS-CoV-2, mais 28 mortes associadas à covid-19 e uma diminuição nos internamentos em enfermaria e em cuidados intensivos nas últimas 24 horas, segundo dados da Direção-Geral da Saúde (DGS).

Segundo o relatório diário da situação epidemiológica divulgado pela DGS, estão agora 1.564 doentes internados em enfermaria, menos 24 do que na segunda-feira, e 153 em Unidades de Cuidados Intensivos, menos oito nas últimas 24 horas.

Os casos ativos diminuíram nas últimas 24 horas, totalizando 269.451, menos 10.201 do que na segunda-feira, e recuperaram da doença 43.513 pessoas, o que aumenta o total nacional de recuperados para 1.404.786.

Das 28 mortes, uma das quais entre os 20 e os 29 anos, 10 ocorreram na região Norte, nove em Lisboa e Vale do Tejo, três na região Centro, quatro no Algarve, uma no Alentejo e uma na Madeira.

Comparativamente com a situação registada em Portugal no mesmo dia há um ano, em que foram contabilizadas 5.604 novas infeções, o país tem hoje mais 27.736 novos casos.

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Nesta comparação, o número de internamentos é significativamente inferior, uma vez que há um ano estavam internadas 3.983 pessoas, 567 das quais em cuidados intensivos, havendo também agora menos óbitos (no mesmo dia de 2021, o boletim da DGS contabilizava 122 mortes nas 24 horas anteriores).

Ao contrário do que tem acontecido nas últimas semanas, o Norte foi a região com mais novos casos diagnosticados nas últimas 24 horas, 13.253, seguindo-se Lisboa e Vale do Tejo (12.390), o Centro (3.907), a Madeira (2.136), o Alentejo (725), o Algarve (686) e os Açores (243).

Em relação ao dia anterior, as autoridades de saúde têm menos 3.243 contactos em vigilância, totalizando 224.730 pessoas.

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Segundo os dados da DGS, 20 das 28 vítimas mortais tinham mais de 80 anos, três estavam na faixa etária dos 70 aos 79 anos, uma entre os 60 e os 69 anos, duas entre os 50 e os 59 anos, uma entra os 40 e os 49 anos e outra entre os 20 r os 29 anos.

O maior número de óbitos desde o início da pandemia concentra-se nos idosos com mais de 80 anos (12.402), seguindo-se as faixas etárias entre os 70 e os 79 anos (4.167) e entre os 60 e os 69 anos (1.765).

O maior número de novos casos diagnosticados situa-se no grupo etário entre os 40 e os 49 anos (6.382), seguido dos 20 aos 29 anos (5.580), dos 30 aos 39 anos (5.532), dos 50 e 59 anos (5.090), entre os 10 e 19 anos (3.882), entre os 60 aos 69 anos (2.644), até aos 09 anos (2.282), entre os 70 e 79 anos (1.284) e dos idosos com mais de 80 anos (664).

Desde o início da pandemia, em março de 2020, a região de Lisboa e Vale do Tejo registou 672.557 casos e 8.065 mortes.

Na região Norte registaram-se 615.995 infeções e 5.823 óbitos e a região Centro tem agora um total acumulado de 229.712 infeções e 3.389 mortes.

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O Algarve totaliza 67.242 contágios e 601 óbitos e o Alentejo soma 57.271 casos e 1.097 mortos por covid-19.

A Região Autónoma da Madeira soma desde o início da pandemia 35.290 infeções e 132 mortes e o arquipélago dos Açores 15.331 casos e 54 óbitos.

As autoridades regionais dos Açores e da Madeira divulgam diariamente os seus dados, que podem não coincidir com a informação divulgada no boletim da DGS.

Em Portugal, desde março de 2020, morreram 19.161 pessoas, 10.079 eram homens e 9.082 mulheres.

Já foram contabilizados 1.693.398 casos de infeção, dos quais 794.635 homens e 896.930 mulheres, havendo 1.833 casos de sexo desconhecido, que se encontram sob investigação, uma vez que esta informação não é fornecida de forma automática.

A covid-19 provocou 5.494.101 mortes em todo o mundo desde o início da pandemia, segundo o mais recente balanço da agência France-Presse.

A doença respiratória é provocada pelo coronavírus SARS-CoV-2, detetado no final de 2019 em Wuhan, cidade do centro da China.

Uma nova variante, a Ómicron, considerada preocupante e muito contagiosa pela Organização Mundial da Saúde (OMS), foi detetada na África Austral, mas desde que as autoridades sanitárias sul-africanas deram o alerta, em novembro, foram notificadas infeções em pelo menos 110 países, sendo dominante em Portugal.

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